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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Helicóptero no Porto Santo pode ficar sem comandante

    Uma das soluções em cima da mesa no Ministério da Defesa é mandar vir de Lisboa, para uma busca e salvamento, um comandante a bordo do Falcon. Isto se o aparelho não estiver, claro, a transportar órgãos. Enquanto isso, podem perder-se vidas.

    A saída de pilotos comandantes da Força Aérea Portuguesa pode deixar sem comandante de helicóptero o Destacamento Aéreo da Madeira.
    Cada vez mais, desde que os cortes nos salários se fizeram sentir por força das exigências da Troika, o lote de comandantes, especialmente da Esquadra 751, está a ficar mais pequeno.
    O Chefe do Estado Maior da Força Aérea tem vindo a repetir que a situação está a chegar aos limites e este fim de semana avisou mesmo que esse limite está cada vez mais próximo.
    José Pinheiro não tem tido soluções para contornar a saída de pilotos e, particularmente na “751”, de onde saíram 5 pilotos-comandantes nos últimos meses, a saída vai ser difícil de encontrar, até porque, por força dos cortes, a Força Aérea não tem horas suficientes para os 15 co-pilotos voarem o suficiente para se qualificarem como comandantes.
    O cenário é de tal ordem negro que cada um dos comandantes dos “Pumas” está a voar um quarto do que deveria. Como não há dinheiro para treinos, porque o EH101 “Merlin” só dispõe de 1750 horas para operar, os pilotos têm de dividir essas horas entre si, cabendo, em média, 116 horas por ano a cada um para voar. A qualificação nunca é inferior a 400/500 horas, o que significa que para um co-piloto estar em condições de ser promovido terá de esperar, na melhor das hipóteses, quatro anos e, por outro lado, ter quem lhe dê formação.
    A Força Aérea não tem condições de esperar esse tempo, quando uma lei permite que os militares saiam ao fim de doze anos de vínculo para o mercado que lhes paga bem mais do que o que o Estado lhes dá para os manter nos quadros.
    Há comandantes a receber 1500 euros limpos por mês, recebendo 4 euros por dia para estar quinze dias destacado no Porto Santo ou nos Açores, um total de 60 euros por cada destacamento. A juntar a isso, também sem retribuição, há os alertas na Base Aérea  do Montijo, em média 3 por mês, pelos quais não recebem nada.
    Vir de Falcon
    ou “fugir” do país
    Os cortes dos salários são de tal ordem que os pilotos obrigam-se a procurar alternativas.
    No caso da Esquadra 751, o caso torna-se pior do que os da Esquadra 502, que opera os aviões C295M. É que os pilotos dos helicópteros não têm apenas mercado nesses aparelhos, têm também a opção “Médio Oriente” cada vez mais como uma solução.
    Há casos de comandantes que sairam para ganhar, no Irão, 7.500 euros mensais, trabalhando 28 dias e descansando os 28 seguintes. É duro, dizem, mas recebem cinco vezes mais do que se estiverem numas Forças Armadas cada vez menos atractivas.
    A situação não é recente. Sempre sairam pilotos para a aviação comercial, mas agora não há suficiente orçamento para pôr os que ficam a voar o mínimo. Os cortes, sem olhar a prioridades, atiram para a frente uma solução que urge ser tomada com medidas que não passem pelo prolongamento do tempo de permanência nos quadros, porque os pilotos podem sempre pagar para sair antes desse prazo.
    Daqui a uns dias, pode o Porto Santo ficar sem comandante. Há quatro anos, a ilha ficou todo o Verão sem o helicóptero e toda a tripulação, por causa da saída de pilotos. Um dos cenários que pode vir a ser seguido passa por manter o comandante no Montijo e, em caso de emergência, transportá-lo de “Falcon” para o Porto Santo, mas a medida, quando se trata de salvar vidas, torna-se impraticável e quanto a custos, é exorbitante.  Isto, claro, se o Falcon não estiver a transportar órgãos ou os membros da Presidência da República ou do Governo.
    Por enquanto, a Força Aérea só precisa de mais verbas para pôr os pilotos a voar mais tempo. Enquanto os pilotos dos helicópteros da Marinha começam a seguir os mesmos rumos e procuram outros voos.


    Os Açores ficaram agora sem os dois comandantes. Há um para duas tripulaçõs, o que pode ser impraticável. A Madeira pode ficar a seguir sem o seu.

    Fonte: http://impresso.jornaldamadeira.pt

    quinta-feira, 21 de novembro de 2013

    Helicóptero cai e deixa um morto em Mangaratiba, RJ

    Capitania dos Portos e Bombeiros fazem buscas por outras vítimas.
    Acidente ocorreu na altura da Praia do Junqueira.

    Equipes do Corpo de Bombeiros e da Capitania dos Portos fazem busca em Mangaratiba, no Sul Fluminense, onde na manhã desta quarta-feira (20), uma pessoa morreu após a queda de um helicóptero (Foto: Agência O Dia/Estadão Conteúdo)

    Um homem morreu após a queda de um helicóptero no litoral de Mangaratiba, na Costa Verde fluminense, nesta quarta-feira (20). Bombeiros do quartel da área foram para o local, onde fizeram as buscas pela vítima, identificada como Nelson Blanco, de 33 anos.

    Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu na altura da Praia do Junqueira. Agentes da delegacia de Itacuruçá da Capitania dos Portos também foram acionados ao local para auxiliar as buscas.

    Nelson Blanco, de 33 anos, morreu na queda da aeronave (Foto: Reprodução / Facebook)Nelson Blanco, de 33 anos, morreu na queda da
    aeronave (Foto: Reprodução / Facebook)

    Apenas o tripulante deixou o Rio por volta das 7h50, na aeronave de modelo R66, em direção ao Resort Portobello, em Mangaratiba, de acordo com a Força Aérea Brasileira. Segundo a Capitania dos Portos, o acidente ocorreu 10 minutos depois, nas proximidades das ilhas Guaíba e Guaiabinha.

    De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave estava em situação regular e apta para voo.

    O corpo da vítima foi encaminhada para o Instituto Médico Legal (IML) de Angra dos Reis. Não há informações sobre o motivo da queda da aeronave. O caso foi registrado pelo delegado Marco Antônio Alves, de 168ª DP (Rio Claro), que responde pela área onde houve o acidente nesta quarta.

    Segundo o delegado, a vítima prestava serviços ao Resort Portobello. Ele destinou, também, equipes da delegacia para realizar a perícia. "O motivo da queda, porém, a gente vai descobrir com o resultado da perícia da Aeronáutica", afirmou. O G1 tentou contato com a empresa, mas não conseguiu retorno até as 13h50.

    Capitania dos Portos e Corpo de Bombeiros fizeram buscas à vítima (Foto: Reprodução/TV Globo)Capitania dos Portos e Corpo de Bombeiros fizeram buscas à vítima (Foto: Reprodução/TV Globo)

    Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/

    quarta-feira, 13 de novembro de 2013

    Aeronáutica confirma que avião bateu em pico de morro em Paraty

  • Corpos de vítimas de queda de bimotor continuam no IML de Angra
  • Somente piloto pôde ser reconhecido. Parentes de empresário devem decidir se querem realizar exame de DNA
    O empresário Eduardo Francisco Uliano e o filho dele, Gabriel Uliano, estão entre as vítimas do acidente aéreo Foto: Divulgação
  • RIO — O capitão Raphael Vilar, do Serviço Regional de Investigação de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), confirmou nesta terça-feira que o avião bimotor modelo Seneca PA-34, de prefixo PR-EAG, caiu após bater no pico do Morro do Corisco, em Paraty, Sul Fluminense. A queda ocorreu logo após a aeronave ter decolado, por volta das 12h15m de domingo, do Aeroporto de Paraty em direção ao Campo de Marte, em São Paulo.

    A aeronave foi encontrada no início da tarde de segunda-feira, numa mata fechada no Morro do Corisco. No avião estavam o empresário Eduardo Francisco Uliano, de 63 anos, o filho dele, Gabriel Uliano, de 28, e o piloto Alvarindo Locatelli, de 63 anos.

    Vilar disse também que o local onde se encontram os destroços do bimotor é de difícil acesso. Ele explicou que esse tipo de avião não tem caixa prata e nenhum gravador de voz.

    Os corpos das três vítimas continuam no Instituto Médico Legal (IML) de Angra dos Reis. O policial técnico Carlos Roberto Ferreira Lima afirmou que os restos mortais de Gabriel Uliano e do piloto Alvarindo Locatelli estão irreconhecíveis por terem ficado totalmente carbonizados.

    Como ainda não foi feito o reconhecimento por meio da arcada dentária, o IML não liberou os corpos para o sepultamento. Segundo um funcionário do órgão, os corpos deverão permanecer mais um dia no local, já que dificilmente a comparação do histórico odontológico de Gabriel e do piloto com as arcadas dentárias encontradas será feito na noite desta terça-feira.

    Um filho do piloto e uma advogada da família do empresário paulista estão providenciando os recursos necessários para que o exame seja feito. Caso não seja possível o reconhecimento dessa forma, as famílias das vítimas poderão decidir se vão aguardar o resultado do exame de DNA.

    Eduardo era sócio-fundador da empresa paulista Day Brasil, que produz policarbonato. Ele tinha um barco na marina no Centro Histórico, de Paraty.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/aeronautica-confirma-que-aviao-bateu-em-pico-de-morro-em-paraty-10753674#ixzz2kXpKgt6o

    Fonte: http://oglobo.globo.com/rio

    sexta-feira, 4 de outubro de 2013

    Helicóptero cai em praça de São Caetano, no ABC

    Acidente ocorreu na Praça da Bíblia, na região da Avenida Goiás.
    Bombeiros dizem que três pessoas ficaram feridas.

    Detalhe do helicóptero que caiu em São Caetano (Foto: Simone de Paulo/VC no G1)

    Um helicóptero caiu no começo da tarde desta sexta-feira (4) em São Caetano, no ABC. O acidente ocorreu na Praça da Bíblia, localizada na Avenida Goiás, no Centro.

    De acordo com os bombeiros, três pessoas que estavam na aeronave sofreram ferimentos leves.

    Duas pessoas foram socorridas pelo SAMU e uma pelos bombeiros. A Prefeitura de São Caetano do Sul diz que, além das três pessoas citadas pelos bombeiros, o acidente deixou um quarto ferido. Todos foram levados ao Pronto-Socorro do Hospital Albert Sabin, segundo a prefeitura.

    A Polícia Militar informou que recebeu o chamado do acidente às 12h30. Por volta das 12h50, bombeiros ainda estavam no local. No horário, um trecho da Avenida Goiás, na altura da Praça, estava interditada para deslocamento das equipes de resgate.

    Detalhe do helicóptero que caiu em São Caetano (Foto: Simone de Paulo/VC no G1)

    Queda de helicóptero deixou três feridos na tarde desta sexta (Foto: Lucia Andréia Gimenes/VC no G1)

    Helicóptero caiu em praça de São Caetano na tarde desta sexta (Foto: Lucia Andréia Gimenes/VC no G1)

    Cauda da aeronave se desprendeu da cabine onde estavam passageiros (Foto: Simone de Paulo/VC no G1)

    Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo

    terça-feira, 6 de agosto de 2013

    Ground School R22 - Go Air

    Atenção, próximo ground school R22, na escola Goa Air. Inscrições até 14/08/13

    segunda-feira, 5 de agosto de 2013

    OPERACIONAL – Pela primeira vez, Blackhawk é pilotado somente por mulheres


    Tenentes Pedretti e Déborah na cabine do Blackhawk  COMAR VIIO Blackhawk é o maior e mais pesado helicóptero militar em operação no Brasil. São 19 metros de comprimento e até 9.185 kg sustentados por duas turbinas de 1.940 shp de potência. Como um verdadeiro "faz-tudo", a aeronave é presença constante em exercícios militares e missões reais, como busca e resgate, transporte de tropas e ajuda humanitária. No dia 1° de agosto, pela primeira vez, toda essa capacidade esteve nas mãos duas mulheres, as Tenentes Déborah Gonçalves e Caroline Pedretti, ambas do Esquadrão Harpia, de Manaus (AM).

    "Pra gente é uma missão normal. Não interessa se é homem ou mulher, e sim se é capaz de cumprir o que está previsto", diz a Tenente Pedretti. Formada em 2010 pela Academia da Força Aérea, em 2011 ela tirou o 1° lugar no curso de formação de pilotos de helicóptero e escolheu servir em Manaus em 2012 com o único objetivo de voar o Blackhawk. "Ele consegue transportar muito peso. É incrível", conta. 
    Com 1,63m de altura, ela garante que as mulheres são tão capazes quanto os homens para dominar essa máquina de guerra. "Nós fazemos um treinamento com o módulo de assistência ao piloto desligado, o que aumenta o peso nos comandos. Mas a gente faz normalmente", explica. Outro desafio vencido pela Tenente Pedretti foi passar no Curso de Adaptação Básica ao Ambiente de Selva (CABAS), exigido para os aviadores que voam na região amazônica. "Deu para aprender bastante coisa sobre a selva. Se a gente precisar pernoitar em alguma localidade remota, por exemplo, vai ser muito útil".
    Já para para a Tenente Déborah, Comandante da missão do dia 1° de agosto, fazer parte do Esquadrão Harpia também é uma experiência relevante por conta das missões da Força Aérea Brasileira na região amazônica. “É uma região muito carente, onde as pessoas precisam muito de ajuda", afirma.

    Com 15 anos de experiência como mecânico de helicópteros, o Tenente Vinícius Batista estava a bordo voo histórico. Ele conta que em 1998, quando começou a voar a bordo dos antigos H-1H, jamais pensou que um dia iria estar sob o comando de duas mulheres, mas que elas desempenham muito bem o trabalho. "Elas são Comandantes de aeronaves. Elas chegam a desenvolver muito melhor que outros homens", revela.

    quinta-feira, 9 de maio de 2013

    Helicóptero cai no Morro da Urca, ao lado do Pão de Açúcar, no Rio

    Aeronave levava passageiros e caiu ao lado de heliponto.
    Testemunhas dizem que rajada de vento arrastou o aparelho.

    Aerovave caiu ao lado do heliponto no Morro da Urca (Foto: Reprodução/TV Globo)

    Um helicóptero caiu em área de difícil acesso do Morro da Urca, na Zona Sul do Rio, por volta das 13h30 desta quarta-feira (8). Na aeronave estavam o piloto e cinco turistas, sendo um casal de mineiros que mora em Belém, um jovem do Rio e dois estrangeiros que moram nos Estados Unidos. De acordo com os bombeiros, ninguém ficou ferido, mas testemunhas disseram ter visto ferimentos leves na mão do piloto e um dos passageiros registrou queixa de lesão corporal na 10ª DP (Botafogo).

    Morro da Urca - localização - vale este (Foto: Editoria de Arte/G1)

    "Aparentemente não houve problema com a aeronave. Segundo o piloto, ele tentou desviar da pista por conta de uma rajada de vento e jogou o helicóptero para a floresta. Em princípio, um dos passageiros se feriu levemente e o piloto pode responder por lesão corporal. Perícia ainda está sendo feita”, disse João Ismar, delegado assistente da 10ª DP.

    Segundo a assessoria de imprensa da Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, que cuida do Bondinho, a aeronave não caiu, fez apenas um pouso forçado, ao lado do heliponto.

    Equipes do Corpo de Bombeiros do Quartel de Humaitá informaram que quando chegaram ao Morro da Urca os passageiros já tinham deixado a mata e apenas o piloto permanecia no local. Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) chegaram por volta das 15h30 para realizar a perícia.

    A assessoria da Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, que administra o ponto turístico, informou que uma rajada de vento arrastou a aeronave no momento do pouso. Segundo o Radar RJ, da TV Globo, a velocidade dos ventos chegou a 44 km/h na horário.

    Casal que estava no helicóptero (Foto: Isabela Marinho/G1)Casal que estava no helicóptero deixa delegacia
    em Botafogo (Foto: Isabela Marinho/G1)

    Uma equipe do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Seripa), órgão vinculado à Aeronáutica, estava a caminho do heliponto do Pão de Açúcar, por volta das 14h30, para apurar as causas do acidente.

    Segundo a polícia, os três passageiros brasileiros foram levados para a 10ª DP (Botafogo), onde foi realizado um registro de lesão corporal culposa por Antonio Souza Moreira, pai de um dos passageiros, Álvaro Felipe, que completou 22 anos e havia pedido o voo como presente de aniversário. Segundo o pai, o jovem levou uma pancada na canela. Os estrangeiros não foram à delagacia.
    O casal que estava no helicóptero deixou a 10ª DP (Botafogo) às 17h, após prestar depoimento. "Não, a gente não se machucou", limitou-se a dizer uma das vítimas.

    'Foi horrível'
    “O helicóptero caiu. Eu vi. Foi horrível. Veio uma rajada de vento e ele [piloto] perdeu o controle", contou Antonio, que só não voou ao lado do filho por falta de espaço na aeronave e reclamou da demora de uma hora para a chegada dos bombeiros. "Peguei um extintor de incêndio e pulei. Saiu fumaça, mas não tinha foco de incêndio. Alguém arrancou a porta da aeronave e eles conseguiram sair."

    Segundo ele, o helicóptero chegou a voar por sete minutos pela orla da cidade e o passeio custou R$ 210. O pai de Álvaro contou ainda que, durante a decolagem, uma das passageiras chegou a pedir para voltar devido ao balanço causado por ventos, mas desistiu após a estabilização.

    Professora Erizete disse que viu o helicóptero cair (Foto: Isabela Marinho/G1)Professora Erizete disse que viu o helicóptero cair
    (Foto: Isabela Marinho/G1)

    Estudantes viram queda
    A professora Erizete Stanick estava com um um passeio com grupo de alunos da Escola Municipal Ministro Alcides Carneiro, que visitavam Pão de Açúcar pela primeira vez, quando viu a queda. “Estávamos em uma excursão dentro do bondinho quando ouvimos o barulho. A reação foi de espanto. Não vimos as vítimas, mas ficamos com medo porque poderia ter sido com a gente, foi muito próximo. Vimos a hélice pegando as folhas", contou.

    O Morro da Urca, onde houve a queda, tem 220 metros e é o menor de dois morros que formam o complexo do Pão de Açúcar, um dos principais pontos turísticos do Rio, mais coonhecido pelo nome da mais alta das montanhas, com quase 400 metros de altura.
    A Helisul Táxi Aéreo Ltda, que realiza os voos panorâmicos, comunica que o helicóptero modelo HB350B, na aproximação final para o pouso foi atingido por uma imprevista rajada de vento seguida de corrente de ar descendente, ocasionando assim um pouso fora do heliponto no Morro da Urca.

    Segunda queda em uma semana
    Esta foi a segunda queda de um helicóptero em menos de uma semana no Rio. Na sexta-feira (8), uma aeronave da Polícia Civil caiu dentro de um centro de treinamento policial no Caju, na Zona Portuária, deixando cinco feridos, um deles em estado grave.

    Fonte: http://g1.globo.com

    Helicóptero sofre acidente na Zona Leste de SP

    Duas equipes do Corpo de Bombeiros foram até Parque Ecológico do Tietê.
    Até as 14h40 desta quinta-feira (9), não havia relatos de feridos.

    Helicóptero pousado em gramado do Parque Ecológico do Tietê (Foto: Reprodução/TV Globo)

    Duas equipes do Corpo de Bombeiros seguiram na tarde desta quinta-feira (9) para o Parque Ecológico do Tietê, na Zona Leste de São Paulo, por causa de um acidente com um helicóptero. Ninguém se feriu no acidente, segundo a escola de aviação civil JR Helicópteros, responsável pela aeronave.

    Os bombeiros receberam a informação de que houve um pouso forçado da aeronave na altura do km 15 da Rodovia Ayrton Senna.  O acidente teria ocorrido durante um voo de instrução. Durante a aproximação do solo, a cauda do helicóptero tocou no chão, provocando o tombamento da aeronave. Várias peças ficaram espalhadas no gramado.

    A Escola de Aviação Civil JR Helicópteros informou que a aeronave  precisou fazer um pouso controlado por volta das 13h30 no Parque Ecológico do Tietê. Às 15h15, a empresa não tinha informações sobre o problema que motivou o pouso. A JR Helicópteros também informou que o helicóptero estava com a situação regularizada.

    Helicóptero tombado em gramado do parque (Foto: Reprodução/TV Globo)

    Fonte: http://g1.glob.com

    terça-feira, 7 de maio de 2013

    Homem é preso após pousar helicóptero em praça

    Homem é preso após pousar helicóptero em praça de Curvelo durante evento de moto - Estado de Minas

    A aeronave foi apreendia pela Polícia Civil e o piloto levado para o presídio da cidade (Polícia Civil/Divulgação)

    A aeronave foi apreendia pela Polícia Civil e o piloto levado para o presídio da cidade

    Um homem foi preso depois de pousar um helicóptero, que estava impedido de voar e tinha sido apreendido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em fevereiro deste ano, na Praça Central do Brasil, em Curvelo, Região Central de Minas Gerais. No local acontecia um evento de motociclistas. Felipe Ramos Morais estava com a habilitação para pilotar vencida desde 2009.

    Morais já estava sendo procurado pela Anac depois que retirou irregularmente a aeronave, prefixo PR-HDA, de um pátio em Santa Fé do Sul, em São Paulo. “Ele teria pedido a funcionários para pegar alguns objetos dentro do helicóptero e, quando entrou, ligou a aeronave e fugiu. Algumas pessoas tentaram correr para impedir, mas não conseguiram”, explica o delegado regional de Paracatu, André Pelli. A aeronave estava retida pela Anac desde 24 de fevereiro por estar com a inspeção anual de manutenção vencida e Certificado de Aeronavagabilidade cancelado.

    Após a fuga, a Anac enviou um documento para o delegado informando que o suspeito poderia ir para a cidade participar da Motoshow que aconteceu no último sábado. “Ficamos monitorando o aeroporto e, quando assustamos, ele pousou em um espaço na praça”, conta André Pelli. Policiais militares, que já haviam sido informados sobre as investigações, conseguiram fazer a prisão. “O homem estava oferecendo voos panorâmicos para os participantes”, explica o delegado.

    Na delegacia, Morais informou que saiu de Sete Lagoas e foi até Paracatu. Também confessou que sabia da documentação atrasada e que estava providenciando a renovação. O piloto foi encaminhado para o presídio da cidade. “Ele entrou com um pedido de fiança e a juíza arbitrou em R$ 50 mil. Porém, até hoje, não pagou”, diz Pelli.

    quinta-feira, 2 de maio de 2013

    Helicóptero da Polícia Civil cai no Rio

    Polícia informou que aeronava passa por treinamento e descarta ataque.
    Segundo Secretaria de Segurança, cinco policiais ficaram feridos.

    Helicóptero da Polícia Civil cai na Zona Portuária do Rio (Foto: Globonews/Reprodução)

    O helicóptero da Polícia Civil prefixo PPEIH 01 caiu por volta das 15h40 desta quinta-feira (2) no Caju, na Zona Portuária do Rio, durante treinamento de rotina. Segundo a Secretaria de Segurança, cinco policiais civis da Coordenaria de Recursos Especiais (Core) ficaram feridos, um deles em estado grave.

    Até as 16h50, não havia informações sobre a causa da queda, mas a Polícia Civil descarta a hipótese de a aeronave ter sido derrubada por traficantes.

    Mapa queda helicóptero da Polícia Civil do Rio (Foto: Arte/G1)

    De acordo com o delegado da 17ª DP (São Cristóvão) Maurício Luciano, havia dois pilotos e três tripulantes na aeronave. O ferido com mais gravidade, com traumatismo craniano, foi levado de helicóptero para o Hospital Miguel Couto, na Zona Sul, junto com mais um ferido. Os outros três foram removidos na ambulância dos bombeiros para o Hospital Souza Aguiar, no Centro, estão lúcidos e com ferimentos leves.

    Segundo informações da Polícia Civil, o helicóptero havia passado por manutenção recentemente. O Grupamente Aéreo da Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros do quartel do Caju foram para o local e, por volta das 16h30, um helicóptero do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM sobrevoava a região.

    A Aeronáutica enviou homens do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos 3 do Rio de Janeiro (Seripa) para o local para investigar a queda.

    A aeronave ficou com a parte da frente parcialmente destruída e com a hélice para cima, como se o piloto tivesse feito um pouso forçado. A queda foi próxima ao estande de tiros do Centro de Treinamento da Polícia Civil.

    Testemunha relata a queda
    O motorista de caminhão da Comlurb Wagner Vieira, de 35 anos, disse que estava manobrando na hora do acidente. "Achei que fosse fazer uma manobra. De repente, a hélice ficou para baixo e a barriga para cima", contou.

    Ao ouvir o estrondo, Wagner disse que correu e quando chegou perto da aeronave viu o piloto preso ao cinto de segurança, bem machudo. "Os demais não pareciam estar tão machucados", disse.

    Fonte: http://g1.globo.com /rio-de-janeiro

    quarta-feira, 27 de março de 2013

    ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PILOTOS DE HELICÓPTERO (ABRAPHE)

    VITÓRIA DA AVIAÇÃO POR HELICÓPTERO

    A Câmara de Vereadores de São Paulo aprovou o Projeto de Lei nº 361/2011, que altera a lei que estabelece as regras para o funcionamento de helipontos, heliportos e aeródromos em São Paulo, vigente desde 2009. Pelo substitutivo, fica reduzido a 200 metros a distância mínima entre os locais de pouso, assim como de escolas e hospitais. Desde a aprovação da Lei, em 2009, mais de 30% dos helipontos em operação na capital foram fechados na cidade de São Paulo, baixando de 272 para 193 o número de plataformas de pouso e decolagem de helicópteros em funcionamento até final de 2012.

    Para a Associação Brasileira dos Pilotos de Helicóptero (Abraphe), que desde 2009 vem atuando junto à Prefeitura e à Câmara dos Vereadores de São Paulo fornecendo informações técnicas e dados sobre a rotina das operações por helicóptero na capital, bem como as dificuldades e entraves enfrentados desde que a antiga lei em vigência até então passou a vigorar, trata-se de uma grande conquista para a aviação por helicóptero do País, já que São Paulo detém hoje a maior frota de helicópteros em operação do Brasil e está entre as cidades com maior número de operações do mundo. “Estamos há mais de três anos trabalhando no suporte e disponibilização de informações e buscando junto à Prefeitura um consenso que contemple a necessidade de regulamentação do setor sem prejudicar a rotina das operações por helicóptero na cidade e sem frear o desenvolvimento latente e necessário do nosso município. Estamos otimistas quanto à sanção pelo prefeito Haddad e continuamos à disposição dos órgãos públicos, reguladores e governamentais para contribuir no que for necessário para a segurança dos nossos pilotos e o desenvolvimento seguro do setor ”, destaca o presidente da Abraphe, cmte Rodrigo Duarte.

    Para Duarte, piloto há mais de 10 anos, com vasta experiência na aviação executiva, neste momento de pleno aquecimento econômico vivenciado pelo País e a proximidade de eventos de grande proporção tais como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 é de suma importância que a aviação por helicóptero e a capacitação dos pilotos de helicóptero brasileiros estejam na pauta das prioridades como alternativa de transporte seguro e eficiente, haja vistas as características e agilidade das aeronaves de asa rotativa e a alta tecnologia empregada neste setor.

    INFORMAÇÕES À IMPRENSA –     Carolina Denardi

                                                           CD comunicação e imprensa
                                                           11 2816 0966 - 9 9969 6761

    http://www.abraphe.org.br/

    domingo, 3 de março de 2013

    Eurocopter EC155 B1 - Dauphin

    O EC155 B1 é o helicóptero bi turbina médio mais avançado da categoria, incorporando o rotor principal Spheriflex, da Eurocopter, e rotor de cauda Fenestron. Projetado para realizar várias missões, o EC155 B1 pode ser configurado para transporte entre plataformas offshore, transporte médico, operações policiais e de busca e salvamento além de transporte corporativo e executivo. À primeira vista ele é um magnífico Dauphin. Mas o EC155 B1 não é um Dauphin comum mas um melhorado, mais espaçoso, mais potente e mais moderno.

     Na família Dauphin existem dois modelos: AS365 N3+ e EC155 B1. As diferenças não são muitas, mas são consideráveis. O EC155 B1 tem um rotor principal com 5 pás ao invés de 4 do AS365 N3+. Além disso, o EC155 B1 é mais potente, contando com duas turbinas Turbomeca Arriel 2C2, com takeoff power de 935 shp em cada uma e com a segurança e facilidade de manutenção reforçada pelo uso do FADEC (Full Authority Digital Engine Control). Este sistema controla o desempenho do motor para os pilotos, a fim de que nenhum dano seja provocado por excesso de velocidade ou descuidos em parâmetros importantes. Com isso, reduz-se muito o trabalho dos pilotos e o desgaste dos motores. Os motores têm menos inspeções obrigatórias regulares do que os outros similares, e geralmente são muito mais confiáveis. Outra característica relevante no EC155 B1 é seu rotor de cauda Fenestron, patenteado pela Eurocopter.

    O conjunto de dez lâminas do rotor traseiro Fenestron está disposto assimetricamente, ou seja, as lâminas são espaçadas em intervalos diferentes, o que reduz substancialmente o barulho da aeronave. Nos helicópteros convencionais, grande parte do som produzido é dos rotores de cauda, mas, com o rotor Fenestron, a principal fonte de ruído fica por conta do escape do motor e do atrito das lâminas do rotor principal com o ar. Para o embarque na aeronave, o EC155 B1 pode ser configurado com estribos laterais fixos, tanto para os pilotos quanto para os passageiros ou pode ser equipado com uma escada elétrica com 2 degraus, que fica embutida abaixo das portas laterais. Internamente, o EC155 B1 tem 40% mais espaço do que o Dauphin AS365 N3+. Na configuração de transporte offshore pode levar 2 pilotos mais 12 passageiros. Já na configuração de transporte VIP, a mais comum é a configuração 2 pilotos mais 5 passageiros, com um confortável banco para 3 ocupantes, no qual, o assento do meio, se não for utilizado, transforma-se em um grande console para apoio dos braços. O outro lado conta com mais 2 grandes assentos individuais com console central com geladeira, porta copos e porta livros. Além disso, uma grande variedade de revestimentos está à disposição dos proprietários para a configuração ideal da aeronave.

     No cockpit, a tripulação gerencia equipamentos de última geração, criteriosamente projetados, além de contar com piloto automático de 4 eixos e 4 displays de LCD, como os que equipam os jatos executivos e comerciais atuais. Tanto para o uso corporativo quanto para o uso particular, o EC155 B1 traz um novo significado para a aviação executiva. A Eurocopter sabe que a maior parte das despesas para o proprietário ocorre durante o tempo operacional da máquina. Por esta razão, confiabilidade, manutenção e suporte são os pontos principais no projeto de todas as aeronaves da Eurocopter. O EC155 B1 foi projetado para facilitar a manutenção, possuindo uma variedade de peças intercambiáveis, o que facilita a manutenção e diminui o tempo parado.

    Os componentes principais como motores, rotor principal e o câmbio principal são de fácil acesso e não requerem a remoção de outros equipamentos da aeronave para serem substituídos. Com mais de 100 aeronaves em operação ao redor do mundo desde sua criação, o EC155 B1 estabeleceu parâmetros inigualáveis tanto no conforto dos passageiros como na ergonomia do cockpit, na velocidade de cruzeiro e na facilidade de manutenção. Esses dados têm sido comprovados pelos registros de segurança e confiabilidade apontados como os principais pontos para a satisfação dos clientes. Peso máximo de decolagem: 4.920 kg Velocidade máxima (VNE) com 4.850 kg: 324 km/h Autonomia: 802 km Preço: US$ 10 milhões (sem impostos e frete) Conheça os detalhes do EC155 B1 da Eurocopter no site: www.eurocopterusa.com


    segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

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