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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Aeronáutica confirma que avião bateu em pico de morro em Paraty

  • Corpos de vítimas de queda de bimotor continuam no IML de Angra
  • Somente piloto pôde ser reconhecido. Parentes de empresário devem decidir se querem realizar exame de DNA
    O empresário Eduardo Francisco Uliano e o filho dele, Gabriel Uliano, estão entre as vítimas do acidente aéreo Foto: Divulgação
  • RIO — O capitão Raphael Vilar, do Serviço Regional de Investigação de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), confirmou nesta terça-feira que o avião bimotor modelo Seneca PA-34, de prefixo PR-EAG, caiu após bater no pico do Morro do Corisco, em Paraty, Sul Fluminense. A queda ocorreu logo após a aeronave ter decolado, por volta das 12h15m de domingo, do Aeroporto de Paraty em direção ao Campo de Marte, em São Paulo.

    A aeronave foi encontrada no início da tarde de segunda-feira, numa mata fechada no Morro do Corisco. No avião estavam o empresário Eduardo Francisco Uliano, de 63 anos, o filho dele, Gabriel Uliano, de 28, e o piloto Alvarindo Locatelli, de 63 anos.

    Vilar disse também que o local onde se encontram os destroços do bimotor é de difícil acesso. Ele explicou que esse tipo de avião não tem caixa prata e nenhum gravador de voz.

    Os corpos das três vítimas continuam no Instituto Médico Legal (IML) de Angra dos Reis. O policial técnico Carlos Roberto Ferreira Lima afirmou que os restos mortais de Gabriel Uliano e do piloto Alvarindo Locatelli estão irreconhecíveis por terem ficado totalmente carbonizados.

    Como ainda não foi feito o reconhecimento por meio da arcada dentária, o IML não liberou os corpos para o sepultamento. Segundo um funcionário do órgão, os corpos deverão permanecer mais um dia no local, já que dificilmente a comparação do histórico odontológico de Gabriel e do piloto com as arcadas dentárias encontradas será feito na noite desta terça-feira.

    Um filho do piloto e uma advogada da família do empresário paulista estão providenciando os recursos necessários para que o exame seja feito. Caso não seja possível o reconhecimento dessa forma, as famílias das vítimas poderão decidir se vão aguardar o resultado do exame de DNA.

    Eduardo era sócio-fundador da empresa paulista Day Brasil, que produz policarbonato. Ele tinha um barco na marina no Centro Histórico, de Paraty.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/aeronautica-confirma-que-aviao-bateu-em-pico-de-morro-em-paraty-10753674#ixzz2kXpKgt6o

    Fonte: http://oglobo.globo.com/rio

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