Rotaer Eletrônico

Entre em contato com o Rotor Central.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

FAB recebe três super helicópteros de pacote comprado da França

Aeronaves são as primeiras de um pacote de 50 que serão fabricadas pela Helibras até 2016

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Novos helicópteros entregues às Forças Armadas em Brasília

BRASÍLIA- A Força Área Brasileira (FAB) recebeu nesta segunda-feira, 20, os três primeiros helicópteros militares do modelo Super Cougar EC-725, que fazem parte de um pacote de 50 aeronaves compradas junto à França.

Os helicópteros de transporte, fabricados pela companhia Eurocopter, foram entregues em cerimônia em Brasília, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Defesa, Nelson Jobim.

O restante das aeronaves será fabricado até 2016 em uma fábrica da Helibras, subsidiária da Eurocopter, na cidade mineira de Itajubá, detalhou Jobim.

O país investirá cerca de R$ 5,1 bilhões na aquisição e fabricação dos helicópteros, que serão utilizados por Exército, Marinha e a Aeronáutica.

O Super Cougar EC-725 tem capacidade para dois tripulantes, 29 soldados totalmente equipados e uma carga de 2.268 quilos. A aeronave tem uma autonomia de voo de cinco horas, segundo dados oficiais.

Fonte: www.estadao.com.br

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Pouso sem pedais - Curso de Emergencias EFAI - AS350B Esquilo

Treinamento com o Cmte.Bosco. Pouso sem pedais. 1 aproximacao para experiencia e uma segunda para o pouso.
Stuck Pedals Landing on an AS350B Astar. This training was made in Sao Paulo Brazil, by efai training center.

www.efai.com.br

domingo, 26 de dezembro de 2010

BELL 429, conheçam um pouco mais essa aéronave.

Espero que gostem dos videos, infelizmente não te legendas.

Para maiores informações e dados técnicos entre no site da Bell

http://www.bellhelicopter.com/en/aircraft/commercial/bell429.cfm

Check Externo

Cockpit

Finalmente o Voo

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO 2011 para nossos parceiros, leitores e seguidores.

papai-noel

Um momento doce e cheio de significado para as nossas vidas.
É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca.
É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações.
É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui.
Noite cristã, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia.
Que neste Natal vocês e sua família sintam mais forte ainda o significado da palavra amor, independente de sua crença, e que este sentimento traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade.
Também é tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz.
Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que de fato queremos ser plenamente felizes.
Que queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último.
Que queremos renovação e buscaremos os grandes milagres da vida a cada instante.
Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo.
Aproveiten este ano que está chegando para realizar todos os seus sonhos!

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO !!!!

Equipe Rotor Central.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Primeiro voo do Eurocopter X3


imagem: Eurocopter X3

A Eurocopter iniciou os voos de ensaio do demonstrador X3, o seu inovador helicóptero híbrido de alta velocidade e longo alcance.

O conceito combina a descolagem e pouso vertical com velocidade de cruzeiro de mais de 220 nós (aprox. 407 Km/h).

O X3 é equipado com duas turbinas, rotor principal de cinco pás e um par de motores turbo hélices com cinco pás, instalados em curtas asas fixas na fuselagem.

Uma vasta gama de configurações do X3 estão a ser previstas, incluindo Busca e Resgate (SAR) em grandes distâncias, guarda costeira, patrulha de fronteira, serviços de transporte de passageiros e de transporte inter-cidades.

A nova aeronave também pode ser adaptada para missões militares em operações com forças especiais, transporte de tropas, C-SAR e EVAM, se beneficiando da vantagem de ser uma aeronaves híbridas com velocidade de cruzeiro mais alta, pouso e descolagem vertical e capacidade de voo pairado.

Eurocopter X3

Eurocopter X3
Eurocopter X3

Fonte: Eurocopter

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Exclusivo !! Mais uma Matéria feita pelo Cmte Hamilton (BAND)

Matéria sobre o dia dia do Cmte Hamilton em busca de notícias. Cmte Hamilton também mostra um pouco do funcionamento do Grupamento Aéreo da PM de SP.

Conheça os equipamentos utilizados em seu Helicóptero Robson R44.

Cmte Hamilton

Todos os direitos : www.cmtehamilton.com.br  /  www.helicoptero.tv

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Helicóptero da Rádio Eldorado faz pouso forçado na região central de São Paulo Segundo informações da Polícia Militar, ninguém ficou ferido no acidente

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Foto: Futurapress

Helicóptero faz pouso forçado na Avenida Tiradentes, em São Paulo

Um helicóptero teve de fazer um pouso forçado na Avenida Tiradentes, em frente à Faculdade de Tecnologia (Fatec), na região central da capital paulista, às 18h20. Segundo informações da Polícia Militar, o piloto André Soares e o repórter Flávio Perez, da rádio Eldorado, não ficaram feridos. Uma pane no motor seria a causa do pouso.

De acordo com a CET, a pista local sentido Luz foi bloqueada, mas a pista expressa seguiu aberta ao tráfego de veículos. Mesmo assim, houve lentidão no local.

Acidente fecha Campo de Marte

O Aeroporto do Campo de Marte, principal local de pouso e decolagens de helicópteros de São Paulo, ficou fechado para pousos e decolagens. Segundo informações da assessoria, o aeroporto foi fechado por volta de 19 horas por conta do pouso de emergência do helicóptero. Os bombeiros que trabalharam no aeroporto foram encaminhados ao local em que foi feito o pouso forçado e o Campo de Marte ficou fechado, pois não pode funcionar sem equipe para emergências.

Ainda segundo funcionários do Campo de Marte, durante o dia o aeroporto ficou fechado em diversos momentos devido ao mau tempo. A previsão é que não aconteçam pousos e decolagens também durante a noite desta terça-feira.

Fonte: www.ultimosegundo.ig.com.br

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

METAR/TAF Decodificado para SBNF Navegantes/SC

METAR text:
SBNF 141900Z 29004KT 9999 FEW040 OVC100 19/15 Q1011

Conditions at:
SBNF (NAVEGANTES , BR) observed 1900 UTC 14 December 2010

Temperature:
19.0°C (66°F)

Dewpoint:
15.0°C (59°F) [RH = 78%]

Pressure (altimeter):
29.85 inches Hg (1011.0 mb)

Winds:
from the WNW (290 degrees) at 5 MPH (4 knots; 2.1 m/s)

Visibility:
6 or more miles (10+ km)

Ceiling:
10000 feet AGL

Clouds:
few clouds at 4000 feet AGL
overcast cloud deck at 10000 feet AGL

Weather:
no significant weather observed at this time


Forecast for:
SBNF (NAVEGANTES , BR)

Text:
SBNF 141600Z 1418/1518 18008KT 9999 SCT030 TX23/1418Z TN20/1509Z RMK PDP

Forecast period:
1800 UTC 14 December 2010 to 1800 UTC 15 December 2010

Forecast type:
FROM: standard forecast or significant change

Winds:
from the S (180 degrees) at 9 MPH (8 knots; 4.2 m/s)

Visibility:
6 or more miles (10+ km)

Ceiling:
10000 feet AGL

Clouds:
scattered clouds at 3000 feet AGL
overcast cloud deck at 10000 feet AGL

Weather:
no significant weather forecast for this period


Notícias Go Air – Mais Um Ground School

No último dia 04 de dezembro, a Go Air realizou mais um Ground School como parte do calendário da Escola de Aviação Civil para Pilotos de Helicóptero. Informações sobre os cursos e os próximos grounds podem ser obtidos diretamente na Go Air, com o Thiago ou pelo email goair@goair.com.br.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Notícias Go Air – Troca de Experiência e Informações

Um toque de descontração associado à experiência adquirida em mais de 30 anos de profissão foram a tônica da palestra ministrada em (07/12), pelo presidente da Abraphe (Associação Brasileira dos Pilotos de Helicóptero), Cmte Cleber Mansur. O tema "A Realidade da Carreira de Piloto de Helicóptero" reuniu, no auditório da Go Air, mais de 40 pessoas entre pilotos veteranos e novatos, alunos, instrutores e demais profissionais da área. Durante mais de 90 minutos, estiveram em destaque as relações humanas que permeiam a profissão, a importância da responsabilidade, atenção e comprometimento para a prevenção de acidentes e as histórias, casos e acasos, de uma carreira com mais de 10 mil horas de voo.

Na ocasião, o Cmte Mansur apresentou detalhes da operação de sismografia que participou na Amazônia com vídeo produzido por ele, além da vivência em outros trabalhos, tais como a inspeção de linha de alta tensão, a travessia da Costa Leste Americana e o trabalho no Canadá. Mansur também aproveitou para enfatizar a importância da troca de experiência entre pilotos novatos e veteranos para a profissão e elogiou a iniciativa da Go Air em realizar eventos como este, que permitem essa integração.

Para o próximo ano, novas palestras estão previstas. Informações sobre o calendário 2011 em breve. Aguardem!

www.goair.com.br

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Empresas aéreas oferecem opções para driblar congestionamentos no verão em Florianópolis Três helicópteros farão viagens entre o Aeroporto Hercílio Luz e os principais destinos da região

Que tal aproveitar as belezas naturais da Grande Florianópolis sem se preocupar com os congestionamentos? Isso será possível a partir do dia 20 de dezembro, mas somente para quem estiver disposto a desembolsar, pelo menos, R$ 300 por pessoa para um trecho como o feito entre o Aeroporto Hercílio Luz, no Sul, e a praia de Jurerê, no Norte da Ilha. 
A viagem, que de carro demoraria em torno de uma hora sem contar com os congestionamentos, não passa dos 20 minutos quando feita em uma das três aeronaves que as empresas Aero Transfer Helisul e Golden Air disponibilizarão ao público. Os helicópeteros R44, Jet Ranger e Esquilo têm capacidade para três, quatro e cinco passageiros, respectivamente. As duas últimas suportam ainda bagagens de até 150 quilos. Todas são equipadas com ar-condicionado e CD player.
A parceria entre as empresas é recente, por isso os preços finais dos trechos ainda não foram totalmente definidos. Mas, de acordo com o serviço que já é oferecido, os valores variam de R$ 300 a R$ 422 por pessoa, de acordo com o helicóptero usado. 
Segundo informações da Golden Air, a procura pelo serviço já é grande e a parceria com a Helisul visa ao aumento da capacidade para atender à demanda. No verão, a expectativa é de que o movimento aumente ainda mais com a presença dos turistas que procuram o litoral catarinense para passar as férias.

DIARIO.COM.BR

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ultimas Notícias GO AIR

CENIPA EM 2011.

A palestra do próximo dia 13/12 com a psicóloga do CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), Tatiana Lícia, sobre o tema "Aspecto Psicológico Relacionado ao Acidente Aéreo" foi postergada para 2011. Em breve traremos mais informações sobre a nova data. Aguardem.

A Realidade da Carreira de Piloto de Helicóptero.

As etapas na formação em piloto de helicóptero, o plano de carreira, o relacionamento no exercício da profissão, o que muda da prestação de serviço a um executivo à atuação numa plataforma, a importância da relação piloto e mecânico e os desafios no cenário brasileiro atual estarão em evidência na palestra que o presidente da Associação Brasileira dos Pilotos de Helicópteros (Abraphe), Cmte Cleber Teixeira Mansur, realiza no próximo dia 07 de dezembro (terça-feira), às 15 horas, no Auditório da Go Air – Escola de Aviação Civil para Pilotos de Helicóptero.
Aberta a pilotos, alunos, instrutores, mecânicos e demais profissionais do setor, na ocasião, o Cmte Mansur apresentará detalhes e peculiaridades vivenciados ao longo de mais de 30 anos de carreira como piloto de helicóptero. São mais de 10.000 horas de voo e um diversificado currículo, que inclui além do tradicional táxi aéreo e voos offshore, a operação de sismografia na Amazônia, 62 horas de voo e 12 dias de travessia da Costa Leste Americana, inspeções de linha de alta tensão e o trabalho no Canadá.
Participe. Incrições e informações goair@goair.com.br ou pelo telefone (11) 2221 5498.

DISCIPLINA DE VOO.

Um sucesso a palestra sobre Disciplina de Voo realizada na última terça-feira (30/11) com o Tenente Coronel Luiz Rogério da Nave e Castro, do SERIPA IV (Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – Região 4). Veteranos da aviação civil e de helicópteros, instrutores e alunos interagiram no Auditório da Go Air frente as informações fornecidas pelo especialista, as experiência relatadas pelos mais experientes e as dúvidas e observações apresentadas pelos novatos. O evento teve a coordenação e organização do Safety da Go Air : Jovilde Aparecida – EC-PREV / CENIPA nº 03.196 e Paula Soffo – ASO / CENIPA nº10.349

Cmte. Milton durante intervenção para relatar experiência relacionada ao tema

Integração entre veteranos e novatos no Auditório da Go Air

domingo, 5 de dezembro de 2010

Pane (Helicóptero) de Rotor de Calda – Treinamento EFAI

Entrevista feita pelo Cmte Hamilton (BAND) em Full HD sobre Pane de Rotor de Calda com Cmte Bosco, o melhor piloto de helicóptero do Brasil.

Cmte Bosco (EFAI) explica como funciona o treinamento para pane de rotor de cauda de um heilcóptero (no caso Esquilo AS-350). Essa pane é parecida com a que aconteceu com o helicóptero da Rede Record (TV).

Todos os direitos: www.helicoptero.tv

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

NÃO PERCAM OPORTUNIDADES E DESAFIOS DA CARREIRA DE PILOTO DE HELICÓPTEROS É TEMA DE PALESTRA GRATUITA NA GO AIR

O cenário atual para o piloto de helicóptero no Brasil, as exigências e as possibilidades de atuação estarão em evidência na palestra ministrada pelo presidente da Associação Brasileira dos Pilotos de Helicópteros (Abraphe), Cmte Cleber Teixeira Mansur

A profissão de piloto de helicóptero está em evidência atualmente no País. Segundo dados da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), nos últimos dez anos o número de helicópteros no Brasil cresceu na ordem dos 60%, saltando de 791 para 1.225 aeronaves registradas. Paralelo ao crescimento do setor está a demanda por profissionais qualificados e preparados para aproveitar as oportunidades que se abrem no cenário nacional e não só em São Paulo, que detém a maior frota de helicópteros do mundo, com mais de 500 aeronaves, como em outros estados, tais como Rio de Janeiro e Minas Gerais, que também registram crescimento em suas frotas nos últimos anos. As etapas na formação em piloto de helicóptero, o plano de carreira, o relacionamento no exercício da profissão, o que muda da prestação de serviço a um executivo à atuação numa plataforma, a importância da relação piloto e mecânico e os desafios no cenário brasileiro atual estarão em evidência na palestra que o presidente da Associação Brasileira dos Pilotos de Helicópteros (Abraphe), Cmte Cleber Teixeira Mansur, ministra no próximo dia 07 de dezembro (terça-feira), às 15 horas, no Auditório da Go Air – Escola de Aviação Civil para Pilotos de Helicóptero.

Durante a palestra, o Cmte Mansur apresentará detalhes e peculiaridades vivenciadas ao longo de mais de 30 anos de carreira como piloto de helicóptero. São mais de 10.000 horas de voo e um diversificado currículo, que inclui além do tradicional táxi aéreo e voos offshore, a operação de sismografia na Amazônia, 62 horas de voo e 12 dias de travessia da Costa Leste Americana, inspeções de linha de alta tensão e o trabalho no Canadá, incluindo o sobrevoo pelas montanhas rochosas do país. Do início da carreira no final da década de 70, passando pelas dificuldades em acumular horas de voo até a presidência da Abraphe, a ideia, de acordo com Mansur é esclarecer dúvidas, dar dicas e mostrar as diferentes faces da profissão, desde as oportunidades abrangentes que se abrem no mercado hoje até as dificuldades, a responsabilidade e como a categoria está posicionada hoje no mercado. “O cenário é positivo, teremos a Copa de 2014, o pré-sal intensificando suas atividades e exigindo mão de obra nas plataformas, mas é preciso responsabilidade e qualificação para aproveitá-las. Espera-se que um piloto saiba como lidar com emergências que eventualmente possam ocorrer em seus voos”, esclarece Mansur.

Direcionada a pilotos, alunos, instrutores e ao público em geral interessado no tema, a palestra vem ao encontro da proposta de ensino da Go Air, voltada às doutrinas de segurança e à integração dos alunos e pilotos novatos com os mais experientes. “Temos como propósito formar aviadores capacitados para atender as necessidades do mercado. Mais do que a prática e as horas de voo, procuramos dar incentivos e oportunidades que possam contribuir com a formação do piloto como um todo para que ele entenda a responsabilidade da profissão e o quão a troca de experiência pode ajudar no dia a dia, especialmente quando o assunto é segurança de voo”, explica o diretor presidente da GO Air, Cmte Sérgio Zanchetta.

Sobre a Go Air

Reconhecida pelo foco do ensino nas doutrinas de segurança de voo, de acordo com as normas da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) e da Robinson, maior fabricante de helicópteros do mundo, a Go Air - Escola de Aviação Civil para Pilotos de Helicóptero tem experiência na formação de mais de 400 pilotos de helicópteros em todo o Brasil. Localizada no Campo de Marte, a Go Air tem como diferencial 700 m2 de área construída, o que inclui sala de piloto equipada com Cartas de Voo, computadores, conexão wireless e visão para o hangar e a oficina mecânica, auditório próprio para realização de treinamentos, seminários e palestras de relevância para a área, além de alojamento para acomodar alunos de todo o País. Além disso, conta com 1.200 m2 de pátio de manobras para assegurar maior segurança em pousos e decolagens e uma frota de 04 helicópteros Robinson 22 (R-22) destinada à formação dos pilotos de helicópteros.

Além da formação de pilotos, a Go Air também é especializada em táxi aéreo e manutenção de helicópteros. O Centro de Serviços Robinson da Go Air é referência no País e responde pela manutenção de 60% dos helicópteros da marca que voam hoje no Brasil. Com aproximadamente 22 funcionários, a Go Air mantém todo o seu trabalho e investimento focados na segurança de voo, em conformidade com as principais associações de helicópteros do mundo desde o início da expansão mundial dos helicópteros em meados de 1948.

PALESTRA “A Realidade da Carreira de Piloto de Helicóptero”

Palestrante: Presidente da Abraphe - Cmte Cleber Teixeira Mansur

Data: 07/12/2010 (terça-feira)

Horário: 15 horas

Local: Auditório da Go Air

Campo de Marte/Hangar da Go Air (Av. Olavo Fontoura, 1078, Setor C, sala 7)

Evento Gratuito

Inscrições até 06/12 pelo telefone (11) 2221 5498 e email paula@goair.com.br e goair@goair.com.br

Mais informações: www.goair.com.br / http://bloggoair.blogspot.com

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA: Lage Comunicações

(11) 2709 8060

Graça Lage – (11) 9646 9075

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Carolina Denardi – (11) 9969 6761 carolina.lage@lagecomunicacoes.com.br

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Autorotação Procedimento e Conclusão.

AUTOROTAÇÃO

O fato de um helicóptero monomotor ter maior chance de efetuar um pouso seguro, em conseqüência de uma pane de motor, em comparação a um avião monomotor é, sem dúvida alguma, um dos pontos mais discutidos da aviação.

Inicialmente, para os leigos, informamos que o rotor de um helicóptero não para, mesmo quando existe uma falha do motor.

O rotor se desacopla do motor em pane através de uma roda livre que funciona baseada no mesmo princípio da catraca de bicicleta.

Vamos portanto relembrar alguns princípios aerodinâmicos envolvendo uma das pás de um rotor, bem como sua seção.

Em aerodinâmica, aparece a noção do movimento relativo. Na realidade, para estudar o comportamento aerodinâmico de um corpo, é preciso considerar seu movimento, não em relação à terra (movimento absoluto), mas em relação ao ar (movimento relativo). Desta forma, as velocidades aqui empregadas, serão velocidades relativas (Vr)

Quando um perfil aerodinâmico passa através de um fluído, neste caso o ar, com uma velocidade relativa Vr, cria dois fenômenos a saber :

Uma área de pressão no intradorso (parte inferior do perfil) e uma área de depressão gerada no extradorso do perfil ( parte superior).

As forças de depressão são preponderantes em relação às forças de pressão, assegurando por volta de 70% da força de sustentação.(Figura 1)

A diferença entre estas duas forças se chama resultante aerodinâmica (Fr) que se decompõe em outras duas forças a saber :

- A força de sustentação (Fz): é a força que sustenta o perfil e é perpendicular ao vento relativo (Vr)

- A força de arrasto (Fx): é a força que freia o perfil e é paralela ao vento relativo (Vr). Ela absorve inutilmente energia. (Figura 2)

Ângulo de Incidência (i) É o ângulo formado entre a corda média de um perfil aerodinâmico e o vento relativo (Vr)

Sabendo que as forças de sustentação e arrasto variam em função das modificações de ângulo de ataque (i), desde que mantidos constantes os outros parâmetros, podemos afirmar que o gráfico de sustentação X arrasto define as características do perfil aerodinâmico.

A esta curva damos o nome de Polar, porque é definida pela extremidade do vetor OM e oriunda de um mesmo polo. (Figura 3)

Mecanismos foram criados para que pudéssemos alterar as forças aerodinâmicas de um perfil variando seu ângulo de incidência (i). Esses são os comandos de passo coletivo e cíclico.

Outros aspectos do rotor, como variação de passo coletivo e cíclico, variação de velocidade angular, torção da pá, batimento, avanço e recuo e etc., não serão abordados visto que o nosso objetivo é falar sobre a autorotação.

Quando se tem o motor enviando potência para o rotor, mantendo a rotação constante das pás, tem-se garantido também a manutenção do vento relativo nas pás. Mas, quando ocorre a pane de motor esta transmissão de potência cessa em virtude do desacoplamento motor/rotor, através da roda livre.

Vamos então recordar as forças autorotativas e anti-autorotativas.

Porque o rotor de um helicóptero continua a girar (então a fornecer uma sustentação Fn), se não existe mais a transmissão de potência do motor?

Se decompormos Fn em seus vetores formadores, segundo a direção do vento relativo (Vr) teremos :

1 - Força de Sustentação Fs

2 - Força de Propulsão Fa

Neste caso, a Força de propulsão Fa é oposta à Força de Arrasto Fx.

Se o ângulo de incidência (i) é grande, Fn é inclinada para frente e a força Fa é muito mais significativa que a força de arrasto Fx, cuja resultante R, entre Fa e Fx é dirigida para frente. Esta é a força autorotativa que impulsiona as pás em autorotação. (Figura 4)

Ao contrário, se o ângulo de incidência (i) é pequeno, a inclinação de Fn à frente também é discreta, como também o é a força de propulsão Fa, em relação à força de arrasto Fx.

No momento em que Fa < Fx, a resultante R é dirigida para trás, criando a força anti-autorotativa, que é uma força que freia as pás. (Figuras 5 e 6)

A pane de motor, que poderia nos obrigar a efetuar uma autorotação ocorre em duas condições bem definidas:

1 - Com velocidade zero, ou seja, em vôo estacionário, dentro do efeito de solo (DES), ou fora do efeito de solo (FES).

2 - Com velocidade horizontal positiva, ou seja, em vôo nivelado.

No primeiro caso, quando a pane de motor acontece no vôo pairado, a incidência das pás depende tão somente da direção do vento relativo Vr. Como a descida se faz verticalmente, o vento relativo resulta da velocidade tangencial das pás (U = w R) e da velocidade vertical do ar que passa através das pás do rotor (V1). (Figura 7)

A descida em autorotação corresponde ao regime de descida moderado. Na parte central do rotor o fluxo de ar atravessa de baixo para cima. Acima do rotor, a velocidade se anula e os filetes de ar são rebatidos para a periferia do disco do rotor, atravessando-o de cima para baixo (a velocidade V1 é inversa). (Figura 8)

A velocidade tangencial U é proporcional ao raio R da seção da pá considerada. A velocidade cresce no sentido do punho da pá, para sua extremidade. (Figura 9)

Jogando com todos estes parâmetros, podemos afirmar que nestas condições, o disco do rotor se divide em três zonas distintas (figura 10), ou seja :

Na autorotação, a partir do vôo em translação, temos que agregar um novo elemento que é a velocidade do helicóptero. Este novo elemento não modifica em nada os conceitos aqui apresentados. O que se modifica é a velocidade do vento relativo Vr, segundo a posição do rotor e o sentido de deslocamento do helicóptero. (Figuras 11 e 12)


O aumento da incidência do lado da pá que recua ( e sua diminuição do lado da pá que avança), desloca a zona autorotativa para o lado da pá que recua, em conseqüência da velocidade de translação v.

O PROCEDIMENTO

A falha ao efetuar uma boa entrada em autorotação, após uma pane de motor, é uma das causas primárias dos acidentes de helicópteros. A chave para se fazer uma boa entrada em autorotação é manter a velocidade de rotação do rotor alta. Ao se permitir uma queda acentuada desta rotação, o rotor poderá estolar ( descolamento dos filetes de ar do perfil), quando solicitado a sustentar o peso do helicóptero. Porém, muito antes deste ponto chegar, outras panes como falha do (s) gerador (es), pressão hidráulica abaixo dos mínimos poderão acontecer.

A razão para esta queda de rotação é que a energia fornecida pelo motor cessou e o rotor começa a consumí-la, o que se traduz na diminuição de rotação. Se temos um rotor de alta energia, em função do peso das pás ou do peso nas pontas das pás, esta queda se dará mais lentamente do que num rotor de baixa energia.

A condição de vôo no momento da pane de motor também influencia na queda de rotação, ou seja, uma pane de motor num regime de subida a toda potência, resultará numa queda rápida de rotação. Ao passo que numa situação inversa, ou seja, numa descida em baixa potência, a perda de rotação seria insignificante.

O procedimento para se prevenir uma queda acentuada de rotação, descrito e aprovado pela maioria dos fabricantes, é o de se diminuir as solicitações de potência do rotor reduzindo-se o passo coletivo. Esta manobra resultará numa diminuição de sustentação, fazendo com que o helicóptero inicie uma descida no ar (ar passando pelas pás do rotor), que se constitui no primeiro pré-requisito para uma autorotação.

Ao perder altitude, o helicóptero estará perdendo sua energia potencial, mas ganhando energia cinética no rotor.

O fluxo constante de ar pelo rotor produz potência suficiente para as necessidades do helicóptero naquela velocidade.

A menor razão de descida ocorrerá na velocidade onde o helicóptero voa com a menor potência aplicada (Vy), da curva de potência em vôo nivelado (figura 13). É prudente mantermos uma velocidade 10KIAS acima da Vy, como margem de segurança no momento do flaire.

Ao se manter a mesma atitude da rampa em autorotação, até o contato com o solo, positivamente o choque teria energia superior ao suportado pelo trem de pouso ou esquis do helicóptero, e os mesmos não absorveriam esta energia. Portanto, uma manobra que diminua a energia cinética ao longo da rampa se torna necessária, ao mesmo tempo em que o contato com o solo é efetuado. Isto é o flaire. A manobra consiste em cabrar, ou seja, colocar o nariz da aeronave para cima, diminuindo ao máximo a velocidade de translação do helicóptero, enquanto ganha rotação no rotor para se aplicar potência nas pás através do passo coletivo, e suavizar o contato com o solo. (Figura 14)

É evidente que o sucesso de uma autorotação depende de vários fatores, mas o timing do piloto ao executar todas estas manobras é crucial. Isto se adquire através de treinamento continuado até que todas as ações sejam feitas quase que por instinto, ou reflexo condicionado.

Em todo o procedimento descrito até o momento, independente da proficiência do piloto, algumas combinações de altura e velocidade se tornam mortais e resultarão em um acidente.

A curva que mostra estes pontos é a Curva do Homem Morto, ou mais polidamente chamada de diagrama Altura X Velocidade. (Figura 15)

Fora da área a ser evitada, o piloto deverá ser capaz de efetuar uma autorotação com sucesso, assumindo que ele tenha uma área de pouso disponível. Mas, dentro da área do gráfico a ser evitada, mesmo com todos os pré-requisitos descritos anteriormente, sérios danos poderão ser causados à aeronave e seus ocupantes, no caso de uma autorotação.

Alguns pontos desta curva são bastante definidos :

- Vôo pairado dentro do efeito de solo: Se a pane ocorrer e o helicóptero estiver na altura certa, a energia do rotor e o uso do passo coletivo, serão suficientes para amortecer o contato com o solo. Mais alto que o previsto, o rotor irá estolar quando o passo coletivo for usado e o contato com o solo será bastante severo.

- Vôo pairado fora do efeito de solo: Este segundo ponto é o mais alto da curva que possibilita ao piloto ganhar velocidade a frente até a velocidade ideal de autorotação, efetuar um flaire e ter energia suficiente no rotor par amortecer o seu contato com o solo.

- Vôo nivelado a baixa altitude: Uma autorotação em vôo nivelado será sempre possível visto que muita da energia cinética já está presente na velocidade, salvo no segmento de alta velocidade a ser evitado na curva Altura X Velocidade. Se durante um vôo a baixa altura, uma pane de motor ocorrer, as características de fapping do rotor (pá que recua baixa e pá que avança sobe) produz um momento a cabrar, fazendo com que o nariz do helicóptero suba. Se a distância em relação ao solo não for suficiente, haverá o contato do rotor de cauda com o solo e o acidente será inevitável.

CONCLUSÃO

O procedimento de autorotação já é por si só complicado o suficiente para nós pilotos em função das variáveis envolvidas. Portanto, nossa obrigação, conhecedores que somos destas variáveis, é minimizar os riscos desnecessários como os inerentes aos vôos dentro das áreas a serem evitadas. Uma consulta aos Manuais de Vôo dos fabricantes, resultará no conhecimento profícuo destes perigos.

Mas, se por força das circunstâncias e da operação, o piloto se ver obrigado a voar numa situação delicada, e por falta de sorte tiver uma pane nestas condições, procure não gastar inutilmente a energia de seu rotor. Mas, ao contrário, procure ganhar energia seguindo os procedimentos previstos. Ao contato com o solo, procure um toque o mais nivelado possível, para que a tremenda energia cinética seja absorvida pela estrutura do helicóptero e a cabine de passageiros fique integralmente preservada, bem como seus ocupantes. Afinal este é o objetivo primário desta manobra de emergência.

Fonte: João Carlos Andreoli

sábado, 27 de novembro de 2010

Criminosos disparam contra helicóptero da polícia no Alemão

Segundo a polícia, a aeronave, que está na Zona Norte do Rio, é blindada.
Após ocupação da Vila Cruzeiro, criminosos fugiram para favelas do Alemão.

Um intenso tiroteio acontece no conjunto de favelas do Alemão, na Penha, na Zona Norte do Rio, no fim da manhã desta sexta-feira (26). Segundo testemunhas, os tiros estão sendo disparados em direção dos helicópteros da Polícia Civil. Foi para lá que mais de cem criminosos fugiram na quinta-feira (25), durante a ocupação da Vila Cruzeiro, de onde também é possível ouvir tiros. Um major da Polícia Militar foi ferido por estilhaços no Alemão nesta manhã.

A cúpula da segurança pública do Rio confirmou que haverá operações no conjunto de favelas do Alemão, na Penha, na Zona Norte da capital. A operação, no entanto, ainda não tem data prevista. A informação foi confirmada por Paulo Henrique Moraes, comandante do Bope, e pelo subsecretário de Planejamento Operacional, Roberto Sá. “Já de imediato, o cerco a todos os acessos à Vila Cruzeiro e ao Complexo do Alemão está sendo feito por homens da PF, da Polícia Civil e da Polícia Militar", disse Roberto Sá.

Na quinta, o Bope fez uma megaoperação na Vila Cruzeiro com apoio de blindados da Marinha. Muitos criminosos fugiram pela mata para o Alemão, comunidade vizinha.

Desde domingo, o Rio vive uma onda de violência, com arrastões, veículos queimados e ataques a forças de segurança. Segundo o governo do Rio, é uma reação à política das UPPs, quando a polícia ocupa áreas antes dominadas por criminosos. Desde 2008, 13 dessas unidades foram instaladas na cidade.

Mesmo após a megaoperação de quinta, o Rio de Janeiro viveu uma madrugada com mais ataques: foram pelo menos cinco registrados. Em balanço divulgado nesta sexta (26), a Polícia Militar informou que 72 veículos foram incendiados. Entre presos e detidos há 188 pessoas.

POLICIAL FERIDO - Um major da Polícia Militar foi ferido no fim da manhã desta sexta, depois de ser atingido na cabeça por estilhaços na estrada do Itararé, no conjunto de favelas do Alemão.

PATRULHAMENTO - Por volta de meio-dia, havia 180 policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e delegacias especializadas no interior da Vila Cruzeiro. O Bope permanece com o patrulhamento. Uma retroescavadeira do Bope retirou um caminhão que impedia a polícia de cruzar um dos acessos à favela.

DISQUE-DENÚNCIA -  O Disque-Denúncia recebeu 42 ligações com informações sobre a Vila Cruzeiro até as 11 horas desta sexta, informou o coordenador do serviço, Zeca Borges. Na noite de quinta, o Disque-Denúncia bateu o recorde de ligações sobre um mesmo assunto com 1.001 chamados até as as 22h30.

FERIDOS INTERNADOS - A Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro informou que seis pessoas continuam internadas nesta sexta, no Hospital Getúlio Vargas, na Penha, vindos de confrontos na Vila Cruzeiro.

ESPAÇO AÉREO FECHADO - O espaço aéreo da Zona Norte do Rio foi fechado a pedido da polícia.

CORPO E MOTOS ENCONTRADOS - Agentes informaram ter encontrado um corpo e mais de 60 motocicletas no alto da Vila Cruzeiro em buscas nesta sexta. Segundo a polícia, são motos potentes e sem placas de identificação.

CASA INCENDIADA - Uma forte fumaça no local levou bombeiros ao interior da comunidade. Autoridades confirmaram que uma casa pegou fogo.

COMBOIO - Por volta das 9h, um comboio de mais de dez carros da Polícia Federal e outros pelo menos oito do Bope subiram a favela para reforçar os cerca de 100 homens que passaram a noite no local.

A Escola Municipal Brant Horta está sem aulas nesta sextaA Escola Municipal Brant Horta está sem aulas
nesta sexta (Foto: Bernando Tabak / G1)

ESCOLAS FECHADAS - As escolas da região da Penha estão sem aulas nesta sexta. Muitos alunos ainda tentaram ir às aulas, mas receberam a orientação de voltar para casa. De acordo com uma professora de um colégio municipal, que preferiu não se identificar, “muitas mães já ligaram informando que não iam mandar os filhos para a escola”.

'ACOSTUMADOS' - No entorno do Alemão, mesmo após as cenas da fuga de mais de cem criminosos para a região, alguns moradores negam estar amedrontados e dizem já estar acostumados com a violência. "É rotina, é normal", disse a proprietária de um bar. "Eu não vi nada, mas nem precisa, vivemos isso todo dia", contou outra comerciante.

BLINDADOS - Segundo o comandante do Bope Paulo Henrique Moraes, que participou da megaoperação na quinta de dentro de um dos blindados, as armas dos blindados da Marinha não devem ser usadas nas ações na Vila Cruzeiro nesta sexta. "Não é uma operação de guerra comum porque há muitos moradores. [É preciso] usar [as armas] de maneira criteriosa porque ali vivem cidadãos de bem e trabalhamos pelo menor número de feridos possível”. Veja no vídeo ao lado entrevista ao "Bom Dia Brasil".

AJUDA DA PF - Policiais Federais auxiliam no patrulhamento do entorno do Conjunto de favelas do Alemão e na Vila Cruzeiro. A Polícia Civil e o Bope também monitoram algumas entradas das comunidades que ficam no complexo.

GALERIA DE FOTOS - Confira seleção de imagens das operações policiais e dos ataques no Rio desde o último domingo.

Oficial durante ação na Vila CruzeiroOficial durante ação na Vila Cruzeiro (Foto: Pablo
Jacob / Agência O Globo)

MILITARES - Na noite de quinta, o Ministério da Defesa informou, que, a pedido do governo do Rio de Janeiro, 800 militares do Exército vão auxiliar a polícia local no combate à onda de violência na capital do estado e em cidades vizinhas.

MEGAOPERAÇÃO - Na quinta-feira (25), as polícias Militar e Civil realizaram uma megaoperação na comunidade para prender criminosos. A ação da polícia foi liderada pelo Bope, que contou com pelo menos 150 homens e com o apoio da Marinha, que cedeu inicialmente seis blindados. Uma hora depois do início da operação 200 policiais civis e mais três blindados da Marinha e quatro caveirões do Bope chegaram para dar reforço à ação.

Fonte: http://g1.globo.com

Fiquem Atentos para próximas Palestras e Eventos na Go Air.

As próximas semanas prometem movimentar a Go Air. Além das palestras gratuitas realizadas no auditório, voltadas à pilotos, instrutores e alunos, com personalidades de renome em segurança de voo e a frente da carreira de piloto de helicóptero, na instrução está prevista a visita a Torre de Controle de Marte. Os eventos são coordenados pela Agente de Segurança Operacional da Go Air, Paula Soffo (ASO 10.349).
Inscrições e mais informações sobre os eventos no email: paula@goair.com.br

Programação Completa:
30/11 (3ª feira), às 16h00

O Tenente Coronel Luiz Rogério da Nave e Castro, do SERIPA IV (Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – Região 4) ministra palestra sobre Disciplina de Voo. Inscrições Abertas.

07/12 (3ª feira), às 15h00

“A Realidade da Carreira de Piloto de Helicóptero” é o tema da palestra que será ministrada pelo presidente da ABRAPHE (Associação Brasileira dos Pilotos de Helicóptero), Cmte Cleber Mansur. Inscrições Abertas.

08/12 (4ª feira), às 14h00

Visita a Torre Marte.
Com acompanhamento do Capitão Pereira, que ministrou palestra em novembro sobre Segurança Operacional, o objetivo da visita é oferecer ao aluno de PPH, PCH, a oportunidade de conhecer o outro lado da operação e acompanhar de perto como funciona o trabalho dos controladores, a visualização que eles têm estando na Torre, entre outros detalhes do trabalho.
Participe!

Fonte: http://bloggoair.blogspot.com

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Bope critica uso de helicópteros por emissoras de TV

O Batalhão de Operações Policiais Especiais do Rio de Janeiro (Bope) criticou a utilização de helicópteros por parte das emissoras de televisão para transmitir o conflito entre policiais e criminosos no Rio de Janeiro.

Por meio do Twitter, o batalhão classificou como “desserviço” o sobrevoo das aeronaves sobre o Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. “Um desservico prestado pelas aeronaves da Record e Globo!”, diz o grupo no microblog.

Através dos helicópteros, as emissoras registraram a fuga dos bandidos da Vila Cruzeiro, ocupada pela polícia nesta quinta-feira, e a chegada dos mesmos ao Complexo do Alemão.

Super-helicópteros decolam rumo aos 500 km/h

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O X3 da Eurocopter se parece ainda mais com um avião, já que tem asas, onde são fixados dois propulsores.

Helicópteros com superpoderes

Nos seriados de TV Águia de Fogo e Trovão Azul os helicópteros eram as verdadeiras estrelas e sempre brilharam mais do que os atores.

Como convém aos filmes de aventura, esses super-helicópteros eram, por assim dizer, dotados de superpoderes, muito além do que qualquer helicóptero real pudesse sonhar.

Mas talvez não por muito tempo. Como convém ao mundo real, os projetistas sempre perseguem a ficção, que não por acaso é uma fonte inesgotável de inspiração.

Uma empresa norte-americana e uma europeia começaram a testar os protótipos dos seus helicópteros superpoderosos, máquinas capazes de atingir até 500 km/h e que prometem dobrar a velocidade das máquinas atuais nos próximos cinco anos.

E por que tanta pressa? É que os helicópteros são imbatíveis em suas capacidades de manobra e de chegar a qualquer lugar. Mas, quando se trata de chegar rapidamente ao local de um acidente ou de levar um ferido já resgatado para um hospital, os helicópteros são sonolentamente lentos.

Subsônico e supersônico

O limite de velocidade dos helicópteros deve-se a uma combinação dos limites aerodinâmicos com a necessidade de um consumo razoável de combustível, o que limita os modelos atuais a velocidades de até 300 km/h.

Ou seja, envenenar um helicóptero não é uma mera questão de adicionar HPs ao motor e aumentar o tanque de combustível. As pás do rotor superior, que dão sustentação e impulso à frente, têm limites de rotação bem definidos.

Se o rotor gira a uma velocidade logo abaixo da velocidade do som - o rotor, não o helicóptero - quando a pá começa um giro na traseira do helicóptero em direção à frente, sua velocidade é equivalente à soma da velocidade do rotor e da velocidade do helicóptero, o que faz com que ela atinja uma velocidade supersônica.

Enquanto isso, a pá que está no movimento oposto, saindo da frente do helicóptero e indo na direção da traseira, permanece em velocidade subsônica.

O problema é que as forças aerodinâmicas são diferentes em velocidades subsônicas e supersônicas. Se os dois regimes forem atingidos simultaneamente, gera-se uma instabilidade e uma perigosa perda de sustentação.

Super-helicópteros decolam rumo aos 500 km/h

Para virar em baixas velocidades, até 110 km/h, o X2 usa a tradicional inclinação das pás. Acima disso, ele usa um leme, como um avião. [Imagem: Sikorsky]

Helicópteros do futuro

Ou seja, para empurrar um helicóptero mais rapidamente é necessário fornecer empuxo por outros meios.

Nos anos 1970, a Sikorsky e a NASA construíram um protótipo, chamado XH59A, que tinha duas turbinas, que eram acionadas quando o helicóptero atingia uma determinada velocidade.

Embora o protótipo tenha alcançado velocidades de até 400 km/h, a transição do rotor para a turbina se mostrou problemática demais.

O XH59A vibrava muito, consumia combustível demais e ainda precisava de dois pilotos para fazê-lo voar.

Agora, passados 40 anos, os computadores e controles de vibração mais modernos estão reavivando a ideia.

A Sikorsky começou a fazer os primeiros testes de voo com o seu modelo X2. Do outro lado do Atlântico, a Eurocopter está avaliando o seu X3 - uma jogada de marketing em torno dos nomes maior do que parece: o nome do modelo europeu não é "xis três", é "xis ao cubo".

Os controles eletrônicos permitem que um único piloto dê conta do recado. E, em vez das beberronas turbinas, o impulso adicional é dado por hélices.

Sikorsky X2

O maior desafio foi se livrar do rotor de cauda, necessário para ajudar o helicóptero a virar e evitar que ele gire em círculos. Mas o eixo traseiro se tornou necessário para virar o propulsor traseiro e dar dirigibilidade à aeronave.

A Sikorsky resolveu o problema adicionando dois conjuntos de pás ao rotor superior, girando em sentidos opostos - o equilíbrio do torque entre as duas pás impede que o helicóptero gire sobre o próprio eixo.

Para virar em baixas velocidades, até 110 km/h, o X2 usa a tradicional inclinação das pás. Acima disso, ele usa um leme, o que tecnicamente o coloca perto de um avião, embora a sustentação ainda seja gerada pelo rotor.

Super-helicópteros decolam rumo aos 500 km/h

O X2 já está voando para valer, rumo à meta de alcançar 500 km/h. [Imagem: Eurocopter]

Eurocopter X3

O X3 da Eurocopter se parece ainda mais com um avião, já que tem asas, onde são fixados dois propulsores. Em altas velocidades, essas asas contribuem com até 40% da sustentação, o que alivia o trabalho do rotor.

Como o X2, ele não tem rotor de cauda. A estabilidade e a capacidade de virar são obtidas com um ajuste preciso da aceleração dos dois motores. Tudo é feito eletronicamente, de forma que o único piloto faz seu trabalho exatamente como em um helicóptero normal.

O X3 mal começar a sair do ninho: ele bateu as asas por meros 35 minutos até agora. Isto é normal no desenvolvimento desses protótipos, quando as várias etapas do teste são realizadas em pequenos incrementos - a cada passo, pára tudo, os dados são cuidadosamente avaliados, e só então é dado o passo seguinte.

O X2 já está voando para valer, rumo à meta de alcançar 500 km/h. Em Setembro ele quebrou "não oficialmente" o recorde de velocidade para helicópteros, alcançando 463 km/h. O recorde que ainda vale, obtido em 1986, é de exatos 400 km/h.

O que ainda não está claro é se estas novas aeronaves, com asas e vários motores, continuarão sendo enquadradas na categoria dos helicópteros.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Aviação civil testa bioquerosene.

A primeira aeronave comercial em operação no Brasil e na América Latina a voar com bioquerosene decolou na última segunda-feira, 22 de novembro, no Rio de Janeiro (RJ), com 50% do biocombustível misturado ao querosene de aviação em uma de suas turbinas. O Airbus A320 partiu do Aeroporto Galeão (RJ) sem passageiros, voou 45 minutos e retornou ao ponto de partida. O bioquerosene utilizado foi produzido com óleo de pinhão manso fornecido pala Associação Brasileira de Produtores de Pinhão Manso (Abppm).
O transporte aéreo mundial é responsável por cerca de 2% dos gases de efeito estufa liberados na atmosfera. O uso de combustível renovável é uma opção para reduzir essas emissões. Segundo a Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata), o pinhão manso é uma das três matérias-primas mais promissoras do mundo para a aviação. A previsão é de que esse biocombustível seja incorporado ao cotidiano aeronáutico dentro de cinco anos.
O pinhão manso (Jatropha Curcas L.) é uma oleaginosa (vegetal rico em óleo) da família das Euphorbiaceas e é considerada pelo Plano Nacional de Agroenergia (PNA), matéria-prima potencial para a produção de biocombustíveis. Segundo o coordenador-geral de Agroenergia do Ministério da Agricultura, Denilson Ferreira, é prioridade entre as espécies com potencial para a agroenergia e o governo federal vem buscando obter o domínio tecnológico necessário. “Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento do pinhão manso se justificam pelo fato de se tratar de uma espécie perene, que possibilitará obter mais energia da planta, em razão do elevado teor de óleo e potencial produtivo, além das características físico-químicas adequadas à produção de biocombustível”, destaca o coordenador de Agroenergia.
Ferreira informa ainda que, entre as principais ações do governo federal para a domesticação da cultura, estão os investimentos em pesquisa e desenvolvimento dos ministérios da Agricultura e da Ciência e Tecnologia e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O coordenador citou também o 1º Congresso Brasileiro de Pesquisa em Pinhão Manso, realizado no ano passado. Ele destaca o investimento de R$ 6,8 milhões em projetos de formação do Banco Ativo de Germoplasma, coordenado pela Embrapa Agroenergia, o que garantirá maior número de variedades da espécie disponíveis no mercado.
Aliança
Em maio deste ano, foi formada a Aliança Brasileira para Biocombustíveis de Aviação (Abraba), composta por empresas aéreas e de pesquisa, produtores de biomassa e fabricantes aeronáuticos, visando ao desenvolvimento e à certificação de biocombustíveis sustentáveis para a aviação.
A Abraba acredita que a utilização de combustíveis renováveis produzidos a partir de biomassa é fundamental para manter o crescimento da indústria de aviação em uma economia de baixa emissão de carbono. A reconhecida capacidade do Brasil em desenvolver fontes energéticas alternativas, aliada ao conhecimento das tecnologias aeronáuticas, resultará em significativo ganho para o meio ambiente, minimizando o impacto sobre o desenvolvimento econômico.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Sagem e Aeroeletrônica vão projetar sistemas para o helicóptero Esquilo

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A francesa Sagem e a Aeroeletrônica, controlada pelo grupo israelense Elbit, formalizam hoje um contrato de parceria para desenvolvimento conjunto de novas soluções em sistemas aviônicos, que serão usados na modernização do painel de instrumentos do helicóptero Esquilo AS350, da Helibras. A nova solução, segundo o vice-presidente da Helibras, Eduardo Mauad, poderá ser fornecida para toda a frota de 300 helicópteros AS350 em operação hoje no Brasil.

O primeiro contrato em potencial para os novos sistemas aviônicos da Sagem e Aeroeletrônica, de acordo com o executivo, deve ser feito com o Exército brasileiro, que negocia com a Helibrás um programa de modernização de sua frota de 36 helicópteros Esquilo AS 350. "Estamos em fase final de discussão com o Exército sobre a modernização do painel de instrumentos e dos sistemas de navegação dos helicópteros e eles já demonstraram interesse na instalação de sistemas digitais. Atualmente, o Esquilo AS350 possui painéis de instrumentos analógicos.

Os novos aviônicos que serão desenvolvidos pela Sagem e Aeroeletrônica compreendem um sistema integrado com telas MFD (Multifunction Display), que reúnem informações eletrônicas de navegação. Os componentes das telas serão fornecidos pela Sagem e a Aeroeletrônica entrará com o computador e a montagem das telas no Brasil.

A novo produto será um item opcional a ser instalado pela Helibras para atender a frota de AS350 Esquilo em operação no Brasil, mas também tem potencial para ser exportado. "O painel de instrumentos eletrônico traz um benefício enorme para os operadores de helicópteros, pois além de reduzir custos de manutenção, facilita o trabalho dos pilotos, que passam a concentrar a visão em apenas uma tela, onde estão todas as informações". No sistema analógico, o piloto precisa olhar para vários mostradores.

"Trata-se de um conceito novo, que ainda não é utilizado nos helicópteros da Eurocopter na Europa e será desenvolvido no Brasil". Segundo Mauad, a Aeroeletrônica vai produzir os sistemas aviônicos do Esquilo em sua fábrica de Porto Alegre. A francesa Sagem é controlada pelo grupo Safran, do qual também faz parte a fabricante de motores aeronáuticos Snecma. O grupo Elbit e a Sagem anunciaram, recentemente, a formação de uma joint venture internacional para atuar no setor de sistemas aéreos não-tripulados.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Nota de esclarecimento Go Air “Acidente com Aeronave R-22 PT-HOL em 04/11/2010

Como todos sabem somos parceiro da Go Air, através deste post venho divulgar informações à respeito do acidente ocorrido no dia 04/11/2010 no Campo de Marte.

AOS AMIGOS E PARCEIROS CONECTADOS À GO AIR.

Há mais de um ano, desde que iniciamos este contato direto via o nosso blog, dividimos todas as novidades do setor de helicópteros, dicas de segurança, eventos entre outros assuntos. Fiéis ao nosso compromisso com as doutrinas de segurança, aproveitamos este canal de interação com os nossos pilotos, alunos, seguidores e aviadores de todo o Brasil para dar esclarecimentos sobre o acidente ocorrido na manhã de ontem (04/11) na Pista de Táxi do Campo de Marte e que envolveu o helicóptero R-22 de prefixo PT HOL cinza da Go Air.

O helicóptero estava em uso numa das aulas de instrução da nossa escola, com instrutor e aluno a bordo quando o acidente ocorreu. No momento do acidente, por volta das 8H55, aluno e instrutor se preparavam para pousar após cerca de 40 minutos em aula.

Nós que lidamos com as surpresas dos ares há anos, sabemos que devemos estar sempre atentos e preparados para evitar acidentes, mas sabemos também que os grandes procedimentos de segurança foram criados a partir de acidentes. Deste incidente, extraímos a experiência e o aprendizado para incorporar novos procedimentos às nossas doutrinas de segurança, sempre com vista em preservar a vida dos nossos alunos e instrutores. No episódio de ontem, além do aprendizado, contar com instrutor e aluno ilesos representa uma grande alegria.

Estamos empenhados em oferecer todas as informações e materiais necessários para dar suporte às investigações, que estão sob a responsabilidade do Seripa IV e que já começaram. Acompanharemos todos os detalhes e nos comprometemos a voltar a nos posicionar oficialmente sobre o caso assim que as investigações estiverem concluídas.

A todos vocês, pilotos e alunos que têm nos procurado neste momento para dar apoio, enfatizamos o nosso compromisso com a formação de aviadores focados nas doutrinas de segurança e na prevenção de acidentes, procurando aprender com os erros e acertos de cada operação.

A Manutenção da aeronave PT HOL está em dia com a ANAC.

É importante aproveitar este espaço para esclarecer também que a Go Air – Escola de Aviação Civil para Pilotos de Helicóptero mantém em dia a Inspeção Anual de Manutenção (IAM) de todas as suas aeronaves. O R-22 PT HOL envolvido no acidente, teve a sua IAM revalidada pelo Centro de Serviços da Robinson na quarta-feira (03/11). Como determina a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a Declaração de Inspeção Anual de Manutenção (DIAM) foi enviada para o Departamento de Aeronavegabilidade da ANAC ontem (04/11), cumprindo o que determina a IAC 3108 §18.4 e §18.6, conforme documento descrito abaixo.

Mais uma vez reforçamos o nosso compromisso com a segurança de nossos alunos epilotos, mantendo a manutenção de todas as aeronaves, incluindo o PT HOL, em conformidade com as exigências da ANAC.

sábado, 6 de novembro de 2010

Faltam pilotos para atender demanda de helicópteros na produção do pré-sal.

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RIO - A exploração de petróleo no pré-sal pode esbarrar num gargalo que vem dos ares. Estima-se que a demanda por helicópteros que transportam passageiros até as plataformas em alto-mar (offshore) dobre em cinco anos, quando a mais promissora fronteira petrolífera brasileira estará em plena operação. Hoje, são cerca de 140 aeronaves, segundo a Associação Brasileira de Pilotos de Helicópteros. Com isso, mostra reportagem de Danielle Nogueira, publicada neste domingo pelo GLOBO, a tripulação de 700 pilotos que atuam no segmento terá de crescer na mesma proporção. O que poderia ser uma oportunidade de emprego, porém, pode se tornar um problema por duas razões: tempo e custo de formação de mão de obra, o que já está levando o Congresso a analisar a possibilidade de importação de pilotos. Hoje, só brasileiros podem exercer a profissão.

Veja como funciona o novo helicóptero que está sendo usados pelos pilotos na exploração do pré-sal

Os campos de petróleo do pré-sal ficam a até 300 quilômetros da costa. Para voar trajetos tão longos - hoje a distância média das plataformas em alto-mar é de cem quilômetros - os helicópteros precisam ser maiores, de modo a transportar no mínimo 15 pessoas sem necessidade de parar para reabastecer por ao menos quatro horas. Atualmente, o único fabricante de helicópteros no país, a Helibras, não produz aeronaves de grande porte. A expectativa é que só em 2012 a empresa possa atender as especificidades do pré-sal.

Enquanto isso não acontece, empresas como Líder e BHS, as duas maiores operadoras de voos offshore no Brasil, resolvem a questão importando helicópteros. Juntas, elas investiram mais de US$ 300 milhões desde 2009 na compra de 16 aeronaves - entre elas o S-92, da americana Sikorsky - capazes de voar até as plataformas do pré-sal. O problema é que não há profissionais para pilotá-las em quantidade suficiente. Na BHS, por exemplo, apenas sete dos 140 pilotos são habilitados para comandar o S-92, o que levou a empresa a trazer seis instrutores de fora para qualificar sua tripulação.

- Esses equipamentos são modelos novos na indústria e nunca haviam operado comercialmente no Brasil. Isso nos obrigou a trazer instrutores estrangeiros - disse o diretor-executivo da BHS, Décio Galvão.

O comandante Paulo Coutinho: apesar da experiência, não pode pilotar o S-92/Foto:Gustavo Stephan - O Globo

Com cerca de oito toneladas e avaliado em US$ 27 milhões, o S-92 é praticamente um avião. É tão grande - tem capacidade para 18 passageiros, além da tripulação - que há até comissários de bordo nos voos. Para pilotá-lo, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) exige, entre outros, a carteira de piloto comercial, obtida após cem horas de voo, e um curso de navegação por instrumentos, no qual se aprende a pilotar guiando-se por satélite.

Há ainda mais um detalhe: das três mil horas de voo, 500 devem ter sido feitas em helicópteros de porte equivalente ao que o profissional vai pilotar. Como os equipamentos grandes eram raridade no Brasil, a maior parte dos pilotos brasileiros, mesmo os experientes, não podem comandar os novos S-92. É o caso do piloto Paulo Afonso Coutinho, de 46 anos, que há 15 anos faz voos offshore em helicópteros de médio porte. Agora, está sendo treinado pela BHS para comandar o S-92:

- Fiquei um mês nos EUA fazendo um curso teórico. Agora, atingir as 500 horas é questão de tempo.

Além do tempo de formação, o custo da mão de obra é outro entrave. Para comandar o S-92, o piloto terá de gastar cerca de R$ 160 mil em cursos e exames.

Fonte: http://extra.globo.com

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Helicóptero cai em São Paulo no Campo de Marte

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Um helicóptero, modelo Robson 22, caiu no Campo de Marte, em São Paulo, na manhã desta quinta-feira. Um instrutor e um aluno se encontravam a bordo da aeronave no momento da queda. Os dois foram resgatados pelo helicóptero Águia da Polícia Militar.

A aeronave que caiu pertencia a uma escola de pilotos e estava se preparando para o pouso.

Segundo informações da "Rede Record", os dois resgatados estão conscientes. Eles foram levados para o Hospital das Clínicas, na capital paulista.

Os bombeiros permaneceram na pista do Campo de Marte, onde combustível da aeronave acidentada se espalhava. Até o momento, não há informações sobre o que pode ter causado o acidente. A Aeronáutica vai investigar o caso.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Escolhidos fornecedores para helicóptero EC725

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O consórcio Helibras/Eurocopter assinou, nesta segunda-feira (18), os primeiros contratos com fornecedores brasileiros para suprimento de partes do EC725 destinado às Forças Armadas. As empresas contratadas são a InbraAerospace, fabricante de peças em materiais compostos, e a Toyo Matic Aerospace, que produz peças usinadas para a indústria aeronáutica.

A Inbra vai fornecer capôs e carenagens do cone de cauda, bem como a estrutura intermediária em material composto, tecnologia ainda não disponível no Brasil, a mesma empregada em outros helicópteros militares da Eurocopter como o Tiger e
o NH90, mas, a empresa deverá desenvolvê-los aqui no país.

A Toyo fará a usinagem da peça vital: punho da cabeça do rotor principal com máquinas de 4 e 5 eixos. O processo de seleção dessas empresas, que teve acompanhamento das Forças Armadas através da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), da Força Aérea Brasileira; do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, durou dois anos, entre avaliações técnicas e outras negociações.

Fonte: www.fab.mil.br

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Divulgadas fotos do novo EC 725 da FAB

As primeiras 3 unidades pedidas com antecedencia são mais simples, porém as demais irão vir com avionica de primeira linha e 50% nacionalizadas.

Fonte: http://vootatico.com.br

Radar ADS-B localizado em Itajaí-Sc alcance raio de 320 Km

Radar ADS-B ModeSMixer2

METEOROLOGIA