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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Helicóptero cai e deixa um morto em Mangaratiba, RJ

Capitania dos Portos e Bombeiros fazem buscas por outras vítimas.
Acidente ocorreu na altura da Praia do Junqueira.

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Capitania dos Portos fazem busca em Mangaratiba, no Sul Fluminense, onde na manhã desta quarta-feira (20), uma pessoa morreu após a queda de um helicóptero (Foto: Agência O Dia/Estadão Conteúdo)

Um homem morreu após a queda de um helicóptero no litoral de Mangaratiba, na Costa Verde fluminense, nesta quarta-feira (20). Bombeiros do quartel da área foram para o local, onde fizeram as buscas pela vítima, identificada como Nelson Blanco, de 33 anos.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu na altura da Praia do Junqueira. Agentes da delegacia de Itacuruçá da Capitania dos Portos também foram acionados ao local para auxiliar as buscas.

Nelson Blanco, de 33 anos, morreu na queda da aeronave (Foto: Reprodução / Facebook)Nelson Blanco, de 33 anos, morreu na queda da
aeronave (Foto: Reprodução / Facebook)

Apenas o tripulante deixou o Rio por volta das 7h50, na aeronave de modelo R66, em direção ao Resort Portobello, em Mangaratiba, de acordo com a Força Aérea Brasileira. Segundo a Capitania dos Portos, o acidente ocorreu 10 minutos depois, nas proximidades das ilhas Guaíba e Guaiabinha.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave estava em situação regular e apta para voo.

O corpo da vítima foi encaminhada para o Instituto Médico Legal (IML) de Angra dos Reis. Não há informações sobre o motivo da queda da aeronave. O caso foi registrado pelo delegado Marco Antônio Alves, de 168ª DP (Rio Claro), que responde pela área onde houve o acidente nesta quarta.

Segundo o delegado, a vítima prestava serviços ao Resort Portobello. Ele destinou, também, equipes da delegacia para realizar a perícia. "O motivo da queda, porém, a gente vai descobrir com o resultado da perícia da Aeronáutica", afirmou. O G1 tentou contato com a empresa, mas não conseguiu retorno até as 13h50.

Capitania dos Portos e Corpo de Bombeiros fizeram buscas à vítima (Foto: Reprodução/TV Globo)Capitania dos Portos e Corpo de Bombeiros fizeram buscas à vítima (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Aeronáutica confirma que avião bateu em pico de morro em Paraty

  • Corpos de vítimas de queda de bimotor continuam no IML de Angra
  • Somente piloto pôde ser reconhecido. Parentes de empresário devem decidir se querem realizar exame de DNA
    O empresário Eduardo Francisco Uliano e o filho dele, Gabriel Uliano, estão entre as vítimas do acidente aéreo Foto: Divulgação
  • RIO — O capitão Raphael Vilar, do Serviço Regional de Investigação de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), confirmou nesta terça-feira que o avião bimotor modelo Seneca PA-34, de prefixo PR-EAG, caiu após bater no pico do Morro do Corisco, em Paraty, Sul Fluminense. A queda ocorreu logo após a aeronave ter decolado, por volta das 12h15m de domingo, do Aeroporto de Paraty em direção ao Campo de Marte, em São Paulo.

    A aeronave foi encontrada no início da tarde de segunda-feira, numa mata fechada no Morro do Corisco. No avião estavam o empresário Eduardo Francisco Uliano, de 63 anos, o filho dele, Gabriel Uliano, de 28, e o piloto Alvarindo Locatelli, de 63 anos.

    Vilar disse também que o local onde se encontram os destroços do bimotor é de difícil acesso. Ele explicou que esse tipo de avião não tem caixa prata e nenhum gravador de voz.

    Os corpos das três vítimas continuam no Instituto Médico Legal (IML) de Angra dos Reis. O policial técnico Carlos Roberto Ferreira Lima afirmou que os restos mortais de Gabriel Uliano e do piloto Alvarindo Locatelli estão irreconhecíveis por terem ficado totalmente carbonizados.

    Como ainda não foi feito o reconhecimento por meio da arcada dentária, o IML não liberou os corpos para o sepultamento. Segundo um funcionário do órgão, os corpos deverão permanecer mais um dia no local, já que dificilmente a comparação do histórico odontológico de Gabriel e do piloto com as arcadas dentárias encontradas será feito na noite desta terça-feira.

    Um filho do piloto e uma advogada da família do empresário paulista estão providenciando os recursos necessários para que o exame seja feito. Caso não seja possível o reconhecimento dessa forma, as famílias das vítimas poderão decidir se vão aguardar o resultado do exame de DNA.

    Eduardo era sócio-fundador da empresa paulista Day Brasil, que produz policarbonato. Ele tinha um barco na marina no Centro Histórico, de Paraty.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/aeronautica-confirma-que-aviao-bateu-em-pico-de-morro-em-paraty-10753674#ixzz2kXpKgt6o

    Fonte: http://oglobo.globo.com/rio

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