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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Helicóptero Agusta AW 169 faz voo inaugural

Modelo da nova geração passa a integrar a família que já conta com o AW 139 e AW 189

Silas Colombo, repórter do Portal Transporta Brasil

A AgustaWestland, representada no Brasil pela Synerjet Brasil, empresa do grupo Synergy, anunciou que o primeiro protótipo da nova geração do helicóptero de porte intermediário AW 169 realizou seu primeiro voo. O programa AW 169 está agendado para conquistar a certificação civil básica em 2014.

O voo foi realizado na Itália, país de origem da marca. Outros dois protótipos serão produzidos ainda este ano e um quarto está programado para 2013.

Segundo Bruno Spagnolini, executivo chefe da AgustaWestland, o AW 169 é a única nova geração de helicóptero em sua categoria a ser lançado em décadas, “uma importante marca na diversificação de produtos da AgustaWestland”, afirma. Para o executivo,com o AW 139 e o AW 189 estabelecidos como líderes no mercado, a empresa poderá oferecer toda a gama entre quatro e oito toneladas muito em breve. “Os operadores poderão, pela primeira vez na história, dispor das vantagens de três helicópteros de nova geração ao mesmo tempo”, completou.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Cai helicóptero que participava de reconstituição de chacina em Goiás

Confirmação foi dada pelo Corpo de Bombeiros na tarde desta terça-feira.
Fazenda onde ocorreu chacina em Doverlândia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O helicóptero da Polícia Civil que participava da reconstituição da chacina em Doverlândia, Goiás, caiu na tarde desta terça-feira (8), enquanto voltava para a capital. O acidente aconteceu próximo a Piranhas, na região de Doverlândia.

A confirmação foi dada pelo Corpo de Bombeiros, que enviou um helicóptero para atender a ocorrência. A Polícia Civil confirmou que oito pessoas estavam na aeronave, entre elas dois delegados e o principal suspeito, mas os bombeiros ainda não confirmaram se há vítimas.

A Polícia Civil de Goiás retomou, na manhã desta terça-feira, a reconstituição da chacina. O crime aconteceu no dia 28 de abril, em uma fazenda onde sete pessoas morreram degoladas.

O superintendente da Polícia Judiciária em Goiás, o delegado Antônio Gonçalves, e o delegado de Doverlândia, Vinícius da Silva, estavam responsáveis por conduzir o segundo dia dos trabalhos de reprodução simulada dos fatos. Na primeira parte da reconstituição, realizada na última quinta-feira (3) com a coordenação da delegada-geral de Polícia Civil, Adriana Accorsi, os investigadores teatralizaram, com ajuda de dublês, as duas primeiras mortes: do proprietário da fazenda e do filho dele, mortos dentro da casa.

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Nesta terça, a polícia decidiu usar manequins para representar as cinco vítimas mortas na área externa da propriedade. Segundo Antônio Gonçalves, o mudança tem como objetivo facilitar os trabalhos. "Nestas cenas, os corpos serão arrastados no pasto. Com manequins fica mais fácil", explicou o delegado.
Suspeito
Assim como no primeiro dia da reconstituição, o principal suspeito do crime, Aparecido Souza Alves, 22 anos, foi a Doverlândia acompanhar os trabalhos.  "Ele vai falando o que aconteceu, enquanto os peritos vão encenando, filmando e fotografando", detalha Gonçalves. Segundo ele, como não há nenhuma testemunha visual dos fatos, essa é uma importante prova técnica para desvendar o caso.
Aparecido, que confessou ser o autor da chacina, chegou a dizer que matou as sete vítimas sozinho. Mas, durante o primeiro dia da reconstituição, disse ter tido ajuda no pai durantes as execuções. A hipótese, apesar de ainda estar sendo investigada, é considerada "difícil", pela polícia. "O pai dele alega que esteve em uma cooperativa até as 15h. Ele teria que ter andado 15 quilômetros a pé em menos de uma hora para estar na fazenda na hora em que o crime começou", diz o superintendente.

Doverlândia, Goiás (Foto: arte/G1)

Nesta segunda-feira (7), Aparecido passou por novos exames psicólogos. O objetivo é traçar o perfil psicológico do suspeito, que já mudou a versão dos fatos por diversas vezes, tanto sobre a participação de pessoas quanto à motivação. Até agora, segundo o superintendente, a única certeza é que o jovem cometeu os crimes, pois com ele a polícia encontrou o celular de uma das vítimas, roupas sujas de terra e de sangue, além dele ter deixado na casa do pai duas armas, uma delas roubada na fazenda.
O superintendente classifica o caso como emblemático. "Não dá para confiar no que ele diz. Primeiro, disse que seria pago. Depois, que pegaria um dinheiro na casa. Incluiu o próprio pai. Ficou seis horas no local e não levou quase nada", pontua Gonçalves .
Vítimas
No último dia 28 de abril, sete pessoas foram degoladas em uma fazenda na zona rural de Doverlândia. Morreram o dono da fazenda e o filho dele, um caseiro da propriedade e dois casais que haviam ido visitar o fazendeiro. Além do principal suspeito, outras três pessoas estão presas. Segundo a polícia, eles foram ouvidos e negaram participação no crime.

Fonte: http://g1.globo.com

domingo, 6 de maio de 2012

Helicóptero cai em lago do recinto de exposições de Lençóis Paulista, SP

Equipamento fazia passeio panorâmico em feira agropecuária.
Piloto e outros três passageiros estavam no aparelho.

Um helicóptero que realizava passeios panorâmicos na Feira Agropecuária Comercial e Industrial de Lençóis Paulista (Facilpa) Lençóis Paulista, SP, caiu no início da tarde desta terça-feira (1º). De acordo a organização do evento, o piloto e outros três homens estavam no aparelho, que ficou submerso no lago Prata, localizado dentro da espaço da feira. Técnicos da Aeronáutica devem ir a Lençóis Paulista para apurar o caso.

A direção da feira informou ainda que teria ocorrido um princípio de incêndio no equipamento, o que provocou a perda de potência do motor. Em seguida, perdeu a altitude e atingiu a rede de alta tensão.

A equipe médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou o resgate. Dois passageiros, de 31 e 24 anos, foram encaminhados para a Unidade de Terapia Intensiva do Hospital de Base de Bauru. O estado de saúde deles era considerado grave até o começo da noite.

Já o piloto, de 35 anos, que é de São José dos Campos, fraturou o tornozelo direito. O outro passageiro, de 26 anos, apresentava escoriações leves pelo corpo, um corte na cabeça e hematoma em um dos olhos. Os dois foram levados ao Hospital Nossa Senhora da Piedade, em Lençóis Paulista. Os três passageiros moram na cidade onde é realizada a feira agropecuária.

Passageiro é socorrido pela equipe de resgate (Foto: Reprodução/cinegrafista amador)

Passageiro é socorrido pela equipe de resgate
(Foto: Reprodução/cinegrafista amador)

O helicóptero era usado pelo locutor do rodeio para chegar até a arena. Durante o dia, ele realizava voos panorâmicos. Cada passageiro pagava R$ 50 para sobrevoar o evento. A aeronave decolava de frente ao recinto e não tinha contrato com a organização da feira.

Em nota, a Companhia Paulista de Força e Luz (Cpfl) Paulista informou que o acidente danificou a linha de transmissão da rede e provocou a interrupção no fornecimento de energia elétrica por quase duas horas e meia para toda a cidade. Lençóis Paulista possui pouco mais de 60 mil habitantes, segundo o censo de 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

Muita gente ficou observando o resgate das vítimas  (Foto: Eder Almeida)

Muita gente ficou observando o resgate das vítimas (Foto: Eder Almeida)

Aparelho era usado nas apresentações do locutor da festa (Foto: Divulgação)

Aparelho era usado nas apresentações do locutor da festa (Foto: Divulgação)

Aparelho ficou submerso no local do acidente (Foto: Reprodução/TV Tem)

Aparelho ficou submerso no local do acidente (Foto: Reprodução/TV Tem)

Duas pessoas conseguiram nadar até a margem do lago (Foto: Reprodução/cinegrafista amador)

Duas pessoas conseguiram nadar até a margem do lago (Foto: Reprodução/cinegrafista amador)

Fonte: http://g1.globo.com

Polêmica que nem o girar das hélices consegue abafar

Vinte associações de moradores da Zona Sul farão na Lagoa protesto contra barulho de helicópteros

Uma aeronave sobrevoa a Lagoa: um morador do Jardim Botânico contou uma média de 250 voos durante o carnaval
Foto: Márcia Foletto / O Globo

RIO - Durma-se com um barulho desse: 250 voos de helicópteros sobre a sua casa por dia. Foi a esse total que chegou o administrador Jeffrey Brantly, morador do Jardim Botânico, quando resolveu contar quantos voos desses aparelhos passaram próximo à sua residência durante o carnaval passado, a maioria em rotas turísticas que incluíam uma visão bem de perto do Cristo Redentor. Uma sinfonia ensurdecedora, às vezes até de noite, que já o faz pensar em se mudar do lugar onde vive há 25 anos. E que incomoda milhares de moradores de vários bairros do Rio. Tanto que neste domingo, às 11h, acontecerá uma manifestação junto ao heliponto da Lagoa, contra o excesso de ruído provocado pelas aeronaves.

— Se não houver uma solução para tanto barulho, vou vender minha casa. Está um inferno. Quando os helicópteros passam, não conseguimos conversar, ver TV, nada. No dia 22 de janeiro, fiquei em casa e contei 122 voos. No carnaval, contabilizei em média 250 por dia. Quando cheguei, este era um dos bairros mais silenciosos do Rio. Agora, por causa do aumento do número de helicópteros, é dos mais barulhentos — afirma Brantly.

Abaixo-assinado vai ser entregue ao MP

Ele é um dos que farão neste domingo o protesto, organizado pelo movimento batizado de Rio Livre de Helicópteros Sem Lei. A manifestação contará com a participação de pelo menos 20 associações da Zona Sul. E reunirá moradores de bairros como Humaitá, Jardim Botânico, Botafogo, Urca, Lagoa, Ipanema e Santa Teresa. De acordo com Regina Chiaradia, presidente da Associação de Moradores de Botafogo, a intenção é chamar a atenção de órgãos como Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O heliponto da Lagoa foi escolhido por ser o principal lugar de partida dos voos turísticos do Rio.

— Botafogo, por exemplo, é rota das aeronaves que vão para o Cristo e o Pão de Açúcar. Nos fins de semana, às vezes é um helicóptero a cada cinco minutos. É preciso haver alguma regra. Fizemos um abaixo-assinado (com quase três mil nomes) e vamos entrar com uma representação no Ministério Público estadual para tentar alguma providência — diz Regina.

No caso do heliponto da Lagoa, o espaço é da prefeitura, mas está, em concessão, cedido às empresas Helisul e Helisight, do mesmo grupo, que exploram voos panorâmicos e táxi aéreo. Nesta sexta-feira, nenhum representante do grupo comentou a reclamação dos moradores.

A polêmica sobre uso do heliponto é antiga. Em maio de 2008, o lugar chegou a ser fechado pela prefeitura, por falta de segurança, mas logo foi reaberto. Em setembro, o MP ingressou com uma ação civil pública pedindo a interdição definitiva do local, alegando que o uso do heliponto feria o tombamento da Lagoa, cujo entorno deveria ser destinado apenas a lazer. A ação ainda está em curso.

Da Lagoa também partem helicópteros do governo do estado, como os da Polícia Civil. Em relação a esses, segundo representantes das associações da Zona Sul, já foram atendidos alguns pedidos dos moradores. A Polícia Civil, por exemplo, anunciou que a aproximação e a saída só poderão ser feitas sobre a água, evitando o sobrevoo, em baixa altura, de casas e prédios.

Mas a grande parte dos voos, dizem os moradores, é mesmo de passeios e táxi aéreo, cujas rotas e altitudes são regulamentados pelo Decea, vinculado ao Ministério da Defesa. Perguntado ontem sobre as principais rotas e o número de voos realizados na cidade do Rio, o órgão disse que seria preciso fazer um levantamento complexo, que demoraria alguns dias. Já a Anac informou somente o número de helicópteros registrados no Estado do Rio, 386 — a segunda maior frota do país (atrás de São Paulo, com 654).

Para os próximos dias, segundo o subsecretário executivo do Ambiente, Luiz Firmino, será convocada uma reunião com Decea, Anac, Inea, Instituto Chico Mendes (que administra o Parque Nacional da Floresta da Tijuca) e os principais operadores de helicópteros do Rio. No encontro, afirma ele, a secretaria discutirá regras para a operação dos voos, como horários e altitudes permitidas, além de rotas de aproximação e saída. Já o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, afirmou que, diante das constantes reclamações, a secretaria medirá o ruído provocado pelos helicópteros.

— Vamos medir os decibéis nos bairros, em horas diferentes. E vamos comparar os resultados com as leis existentes — disse ele.

Já a Secretaria municipal de Transportes informou que o contrato de concessão do heliponto da Lagoa não dá ao município mecanismos para reduzir o número de voos. Nem prefeitura, nem Decea, nem as operadoras do heliponto informaram o número de voos feitos no local.

Não é apenas na Zona Sul que os moradores sofrem com o ruído dos helicópteros

Na Barra da Tijuca e em Jacarepaguá, apesar de recentes mudanças de rotas definidas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), os sobrevoos dos helicópteros continuam sendo uma dor de cabeça, principalmente para quem vive próximo ao Aeroporto de Jacarepaguá, que nos últimos anos vem registrando um crescente número de voos.

Representante da Associação de Moradores da Orla da Lagoa da Tijuca, Luci Augusta de Carvalho, por exemplo, diz que os helicópteros dão rasantes bem próximos aos prédios. E além do barulho, que incomoda moradores e assusta as aves da região, ela destaca que o grande número de aeronaves pode representar um risco de acidentes.

— E tenho certeza de que o número de clientes desses helicópteros é muito menor do que o da população afetada. É perigoso e barulhento. Fico imaginando um dia que houver um acidente. Nossa sugestão é a transferência desses voos para outras regiões menos habitadas, como Guaratiba — diz ela.

No caso do Aeroporto de Jacarepaguá, são voos particulares, táxis aéreos e operações ligadas às empresas off-shore, como a Petrobras. De acordo com a Infraero, em média, cerca de 75% dos pousos e decolagens do aeroporto são de helicópteros (4,59 mil dos, em média, 6,01 mil voos do aeroporto por mês). E, por ano, o número de voos vem crescendo. Segundo dados da Infraero, em 2010 um total de 51.447 helicópteros pousaram e decolaram do Aeroporto de Jacarepaguá. Em 2011, esse número passou para 52.337.

Dali, os voos partem para destinos como Angra dos Reis, Macaé e o Aeroporto Santos Dumont. Este último que também tem um grande movimento de helicópteros, com média cerca de 2.600 pousos, decolagens ou sobrevoos por mês.

Iniciativas de moradores forçaram mudanças na Barra

No caso do Aeroporto de Jacarepaguá, no início deste ano o Decea anunciou novas rotas de circulação aérea de aviões e helicópteros, depois de uma série de queixas de moradores do Condomínio Nova Ipanema e de outros da região. Uma das novas rotas passa pelo Quebra-Mar e sobre as lagoas da Tijuca, Camorim e Jacarepaguá. Em outra, a manobra de pouso acontece na altura da Avenida Ayrton Senna. Para os próximos meses, no entanto, espera-se que sejam anunciadas novas regras, com objetivo de afastar as rotas das zonas habitadas.

Além disso, a partir de 2015, a expectativa é de que reduza em até 10% o movimento de pousos e decolagens de helicópteros do aeroporto, com a transferência de voos da Petrobras para um aeródromo que está sendo construído em Itaguaí.

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